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	<title>Filosofante &#187; Facapa</title>
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		<title>Quarta-feira de cinzas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Almeida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=333" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e uma identidade comunitária? Um modo de compreender a polis, de se posicionar e agir em relação a ela, modificando-a? Penso que isso e mais alguma coisa. Ensina a diferença entre ensinar samba e ensinar a sambar; o que nos conduz à clássica pergunta, agora dirigida à nossa própria escola: ensinar filosofia ou ensinar a filosofar.<br />
<span id="more-333"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A propósito  de escolas de samba e de escolas de filosofia, tracemos um outro paralelo. Uma vez por ano as escolas de samba realizam a sua virtude, a sua excelência; o seu desfile de carnaval, a expressão máxima de seu Ser no seio da polis. Outrossim, nós, enquanto comunidade escolar, acabamos de vivenciar este mesmo momentum, durante a realização de nossa III Jornada de Filosofia, janela que se abre para participação da comunidade e na comunidade. Espaço de reflexão e discussão, oportunidade de excelência que procuramos aproveitar agora, e mais a cada vez. O que me remete ao título dessa reflexão. No apagar das luzes, em plena quarta-feira de cinzas, começa a nascer o próximo desfile de carnaval. Durante um ano inteiro ele é vivido; na escolha do enredo, na preparação de alegorias e fantasias, nos ensaios de quadra, onde o samba é aprendido e testado, ou seja, é todo um processo que exercita aquela virtude que culminará no próximo desfile. Pensamos (digo pensamos por que compartilho o pensamento com outros colegas) que a exemplo das escolas de samba também podemos viver o nosso próximo &#8220;desfile&#8221; desde já, começando pela escolha de um tema que envolva e provoque a participação da comunidade, não só no momento final da <i>IV Jornada de Filosofia da FACAPA</i>, mas durante todo o processo de preparação, em que a escola pode transpor seus muros e atuar diretamente na polis, em um esforço de investigação, compreensão e participação. Seriam os nossos &#8220;ensaios de quadra&#8221;. Poderíamos com tempo suficiente, planejamento adequado e o esforço conjunto de corpo docente e corpo discente, buscar recursos para trazer palestrantes de projeção ligados ao tema em questão, preparar uma estrutura formal e física que facilite e incentive o acesso e a participação de quem se interessa pelo evento, propor  formas de interação que criem um espaço de exposição e discussão de outros setores da comunidade que não a nossa. Enfim, assim como as escolas de samba, que lotam as arquibancadas de pessoas que lá estão para sambar e cantar, podemos também encher as nossas salas de cidadãos no exercício de pensarem a si mesmos e o mundo em que vivem.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Veja bem, não cabe aqui uma crítica ao que já foi realizado, antes cumpre-me demonstrar meu interesse por algo que considero excelente e para o qual desejo mobilizar o máximo de minha energia, para que o todo alcance o melhor resultado possível, porém, o que aqui foi posto, são apenas conjecturas, e como tal devem ser tratadas e discutidas, se for o caso. Por isso aproveito-me deste espaço, que é antes de tudo um espaço de diálogo, para lançar estas idéias e convidar quem se interessa, a discuti-las.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Antes porém, de encerrar, gostaria de sugerir uma proposta de discussão de tema para a nossa próxima jornada; proposta essa que foi sugerida por alguns colegas e confesso acendeu meu interesse, pois creio, vá de encontro ao que foi exposto. A saber: a inter-relação  entre <strong>arte e filosofia</strong>. Primariamente por que a nossa cidade é um pólo de produção de arte, e principalmente por que a arte em si é uma forma natural de manifestação humana que não está restrito à mídia, o que nos permitiria tanto o mergulho quanto a captação do interesse coletivo levantados por essa reflexão.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A quem interessar possa&#8230;        </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Mauricio Almeida</b></span> &#8211; <b> 08/10/2008</b><br />
Segundo período de Filosofia</p>
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		<title>Pablo Neruda e o filósofo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 16:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[aula magna]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Maurílio José de Oliveira Camello]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>

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&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Em que pensa Pablo Neruda enquanto deita sobre o filósofo Maurílio Camello seu melhor olhar metafísico? Talvez pense sobre este curioso ser, instado e tolhido pela própria racionalidade a buscar uma verdade que lhe escapa, mas está lá. Pablito (para os íntimos) ou Bito (para os amigos de longa data, como é o caso do <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=450" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src='http://farm4.static.flickr.com/3521/3258713273_bc13772b4b.jpg' /></center><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em que pensa Pablo Neruda enquanto deita sobre o filósofo <span style="color:#006600;"><strong>Maurílio Camello</strong></span> seu melhor olhar metafísico? Talvez pense sobre este curioso ser, instado e tolhido pela própria racionalidade a buscar uma verdade que lhe escapa, mas está lá. Pablito (para os íntimos) ou Bito (para os amigos de longa data, como é o caso do filósofo) talvez se recorde das palavras de Aristóteles sobre a sabedoria ao fixar seus astutos olhos felinos em seu companheiro de jornada, ali mesmo em volta de seu computador, onde o vê preparar suas aulas, entre eurekas e profundas meditações, por vezes acompanhadas de expressões pouco doutas, mas de uma precisão absoluta. Ali, fora do tempo e do espaço a dialogar carinhosa e animadamente, vividamente com aqueles que vem segredar a seus ouvidos alguns dos mistérios que buscamos entrever, a extrair da vida e devolver a ela a virtude do verdadeiro &#8220;sabedor&#8221; que distingue os filósofos dos apenas professores de filosofia; a preparar encontros como aquele do qual tivemos o privilégio de participar na Faculdade Católica de Pouso Alegre, em sua aula magna proferida para o curso de Filosofia no dia 06 de fevereiro de 2009. Encontro que foi bem além da oração de sapiência; foi magistral, na acepção mais estrita do termo, logrando seu intento de ensinar apenas aquilo que precisamos saber.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Caro mestre Maurílio, oxalá possamos trilhar caminhos tão férteis quanto os que sustentaram seus passos e cheguemos a saber que não sabemos ao menos uma parte do que o senhor sabe que não sabe. Agradecemos pela inspiração.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Mauricio Almeida</b></span><br />
Terceiro Período de Filosofia</p>
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		<title>Vestibular 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 03:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrição]]></category>
		<category><![CDATA[Vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.facapa.edu.br/v2/vestibular.php" title="Confira!!!" target="_blank"><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/v04.jpg' /></a></center><br />
Faça sua inscrição, <a href="http://www.facapa.edu.br/v2/vestibular.php" title="Confira!!!" target="_blank"><strong>clique aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Paul Ricoeur: Entre a Crítica e a Convicção</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 03:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Convicção]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Ricoeur]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Juliano de Almeida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Paul Ricoeur (1913-2005) é reconhecido como um dos maiores nomes da Filosofia da segunda metade do século XX e dos inícios do século XXI. Trata-se de alguém que, a partir da fenomenologia, soube dialogar com as mais variadas correntes do pensamento filosófico de seu tempo, elaborando uma reflexão cada vez mais autônoma, de cunho hermenêutico. <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=379" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Paul Ricoeur (1913-2005) é reconhecido como um dos maiores nomes da Filosofia da segunda metade do século XX e dos inícios do século XXI. Trata-se de alguém que, a partir da fenomenologia, soube dialogar com as mais variadas correntes do pensamento filosófico de seu tempo, elaborando uma reflexão cada vez mais autônoma, de cunho hermenêutico. Além disso, não descartou em sua vasta produção intelectual o que chamou de fontes não-filosóficas da Filosofia, como o mito, a poesia, a religião, as conquistas da psicanálise. Sobretudo, interessou-se pelo fenômeno da linguagem, particularmente em sua forma narrativa; pela hermenêutica do símbolo que, em sua famosa sentença, sempre donne à penser; pelo problema/mistério do mal em suas várias conotações; por questões contemporâneas, em que se destacam aquelas políticas.<br />
<span id="more-379"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para que se possa conhecer um pouco melhor o modo de pensar de Paul Ricoeur, é conveniente que se atente a um símbolo da atividade filosófica, conforme ele a entendia. Para tanto, Ricoeur escolheu uma obra de Rembrandt intitulada Aristóteles contemplando um busto de Homero (RICOEUR, <strong>O único e o singular</strong>. São Paulo: Ed. UNESP,2002, p. 51-54). Aristóteles está representado, com roupas da época de Rembrandt, tocando um busto pétreo de Homero, o grande poeta grego. Para Ricoeur, o filósofo nunca começa do nada e também não começa da própria Filosofia: começa do não-filosófico, aqui, do poético. Este permanece como inalterável. O filósofo, ao contrário, vivo e portador de indumentária contemporânea, representa a própria Filosofia, sempre atual, sempre chamada a dar interpretações. O filósofo toca a estátua: sua prosa conceitual está ligada à poesia. Contudo, Aristóteles não contempla o busto de Homero: tocando-o, olha para além dele. Olha para algo que não é a própria Filosofia &#8211; a verdade ou o ser? Quem sabe?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Pendurada à cintura de Aristóteles há uma medalha de Alexandre Magno, o conquistador de muitos povos, discípulo do Estagirita. Além de preceptor de Alexandre, Aristóteles foi um grande pensador da política, na qual se tornaria completa a ética. No pano de fundo da relação entre filosófico e não-filosófico está sempre presente o político, como aquela instância que proporciona que o discurso do poeta e do filósofo possa ter lugar na sociedade ordenada retamente. O filósofo não pode continuar sua reflexão sobre a palavra poética sem manter uma relação ativa com o âmbito político.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Assim Ricoeur concebe o modo de se fazer Filosofia: ela precisa ser descentrada, em diálogo constante com o não-filosófico, sem deixar de lado a referência ao político. Sua produção filosófica enfatiza o sujeito humano, um sujeito que não é tomado como elemento central, como em Kant, mas aberto às várias alteridades. Por isso, pode seu pensamento ser considerado uma &#8220;filosofia do cogito ferido&#8221;, a partir de uma expressão do próprio autor no Prefácio de O si-mesmo como um outro (p. 22ss).<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Paul Ricoeur, além de tudo isso, foi um filósofo de confissão cristã protestante. Nunca escondeu sua pertença a esta tradição, como também nunca quis fazer uma &#8220;filosofia cristã&#8221;. Seu cristianismo é um &#8220;cristianismo de filósofo&#8221;. Seu pensamento toca várias questões de fronteira entre Filosofia e Teologia, como o mal, a culpabilidade, a esperança, a linguagem simbólica e narrativa (numa aplicação às narrativas bíblicas), porém ele permanece sempre filósofo. Não fez concessão alguma em nome da fé, ao contrário, desenvolveu uma reflexão rigorosamente racional, ainda que admitisse que assuntos de fé pudessem ser tratados também em chave filosófica. Sabia caminhar sobre duas pernas, ligado a suas duas fidelidades: à tradição grega e à bíblico-cristã.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ricoeur também se dedicou à hermenêutica bíblica que, segundo ele, funda-se na confluência entre &#8220;a crítica e a convicção&#8221;, entre a leitura rigorosamente científica e a leitura confessante do texto das Escrituras, sem confusão nem separação entre tais instâncias. Ricoeur não se fixa nas preocupações do método exegético histórico-crítico (como Bultmann), mas aposta no sentido do texto em si, que manifesta o sentido da existência humana à luz de Deus. Interpretar um texto bíblico significa para ele entrar no &#8220;mundo do texto&#8221;, compreendê-lo, possibilitando experiências novas &#8220;segundo as Escrituras&#8221;. Aqui está o núcleo mesmo de seu trabalho hermenêutico: o cruzamento entre o &#8220;mundo do texto&#8221; e o &#8220;mundo do leitor&#8221;.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ricoeur busca impedir que se cale a polifonia dos textos bíblicos em sua pluralidade de gêneros literários, de perspectivas de sentido, de concepções antropológicas e teológicas. Um esquema único não pode abarcar toda essa complexidade. Também ele se levanta contra a tendência de se reduzir a Escritura a expressões puramente querigmáticas, desprovidas de formas narrativas. Defende que a análise literária dos textos sagrados é indispensável ao seu entendimento teológico.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Pode-se, certamente, afirmar que Ricoeur não deseja submeter os textos bíblicos às suas teorias hermenêuticas. O que faz é dialogar como filósofo e como crente com essa veneranda tradição, pondo elementos hermenêuticos a serviço inteligibilidade da fé.<br />
Este é Paul Ricoeur: um filósofo e não teólogo; um cristão filósofo e não um filósofo cristão; um filósofo hermeneuta e não um exegeta bíblico; alguém que trabalha &#8220;nos limites da simples razão&#8221;, mas que deseja levar em conta toda a razão, todos os campos em que ela pode atuar; um filósofo que não rejeita o não-filosófico ou o pré-filosófico; um pensador que professa a fé cristã e que não abandona o rigor do método próprio da Filosofia.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Pelo que até aqui se viu, Ricoeur tem sua contribuição a dar no campo do pensar o fenômeno religioso a partir da abordagem hermenêutica. Revela outrossim a riqueza dos temas situados nas fronteiras entre Teologia e Filosofia, fronteiras que precisam ser guardadas, mas cuja interpenetração respeitosa não deixa de ser fecunda e produtiva.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;">[<strong>Prof. Pe. Juliano de Almeida Oliveira</strong>]</span><br />
Coordenador de curso de Filosofia &#8211; <strong>Facapa</strong></p>
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		<title>Agradecimentos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 14:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;E cá estamos, chegamos ao fim de mais uma Jornada Filosófica, este ano colocando lado a lado Literatura e Filosofia.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Foi uma semana agitada, com participantes de varias cidades, varias faculdades, um público muito bom.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ao todo tivemos varias palestras e um café filosófico muito animado. Deixamos aqui nossos sinceros agradecimentos aos palestrantes Profª. Dra. Olga de <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=302" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E cá estamos, chegamos ao fim de mais uma Jornada Filosófica, este ano colocando lado a lado Literatura e Filosofia.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Foi uma semana agitada, com participantes de varias cidades, varias faculdades, um público muito bom.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao todo tivemos varias palestras e um café filosófico muito animado. Deixamos aqui nossos sinceros agradecimentos aos palestrantes <span style="color:#006600;"><b>Profª. Dra. Olga de Sá,  Profª. Dra. Mírian dos Santos, Prof. Dr. Lauro Baldini, Prof. Dr. Renato Kirchner, Prof. Giovanni Marques Santos</b></span> <em>(café filosófico e Curso Breve)</em>, foi um grande prazer esperamos ansiosos por novos encontros.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Durante a semana viajamos na Linguagem, pelas letras de <b>Machado de Assis, Clarice Lispector, Samuel Beckett, Martin Heidegger, Poesias e por William Shakespeare</b>, uma semana muito proveitosa, cheia de fios soltos por onde podemos continuar nossa caminhada, onde podemos saborear as palavras e refletir.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Muito Obrigado a todos os participantes e contribuíram para o sucesso dessa <strong>Jornada Filosófica</strong>.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Não podemos é claro deixar de agradecer toda equipe organizadora que se esforçou ao maximo para que tudo corresse bem e também agradecer aos coordenadores do evento<span style="color:#006600;"><b> Padre Wilson</b></span> e em especial <span style="color:#006600;"><b>Padre Juliano</b></span> que é o maior incentivador do <strong>Filosofante</strong>, que nos apoiou em tudo sempre, por isso nosso muito obrigado pela oportunidade, também sem deixar de citar aqui a professora que trás com ela sempre uma multidão de alunos, <span style="color:#006600;"><b>Profª. Ms. Joelma</b></span> (responsável pelo curso breve &#8220;Abordagem antropológica do &#8216;Hamlet&#8217; de Shakespeare&#8221;), obrigado por todo apoio.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E eu, agradeço a toda equipe do <strong>Filosofante</strong>, eles são os responsáveis pelo material aqui disponibilizado e se dedicaram com muito esmero cada dia dessa semana, assim muito obrigado: <span style="color:#006600;"><b>Mauricio, Thiago, Ana Flavia, Bianca, Sueli, Irmão Tarcisius.</b></span></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Também contamos com apoio de todos os alunos do 2º período de Filosofia que de uma maneira ou de outra nos ajudaram em especial <span style="color:#006600;"><b>Letícia, Bruno, Ivan, Anderson, Marcos Vinicius, Adison, Jônatas</b></span> e claro <span style="color:#006600;"><b>Rafael</b></span>  do 6º período.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Agora vamos nos preparar, fim de ano temos <span style="color:#006600;"><b>Vestibular da Facapa</b></span> e ano que vem a <b>IV Jornada de Filosofia</b> promete ser fantástica.</p>
<p><b>Obrigado a todos.</b><br />
<span style="color:#006600;"><b>Ps:</b></span> Durante os próximos dias teremos materiais inéditos sobre a III Jornada Filosófica no site, mais e mais fotos, alguns vídeos e uma surpresa, por isso, fiquem de olho.</p>
<p><strong>Bill</strong><br />
2º Período de Filosofia</p>
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		<title>Resumo da III Jornada de Filosofia</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=299</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=299#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 14:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[III Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo]]></category>

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		<description><![CDATA[1º Dia:
Profª. Dra. Olga de Sá
Texto: Primeiro dia…
Diário de Bordo &#8211; 01
Fotos Primeiro dia…

2º Dia
Profª. Dra. Mírian dos Santos
Texto: Segundo dia…
Diário de Bordo &#8211; 02
Fotos Segundo dia…

3º Dia
Prof. Dr. Lauro Baldini
Trecho: Um lugar &#8211; Samuel Beckett
Beckett… Trechos
Texto: Beckett
Diário de Bordo &#8211; 03
Fotos Terceiro dia…

4º Dia
Prof. Dr. Renato Kirchner
Poesia &#8211; Herberto Helder
Uma espécie de perda &#8211; <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=299" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#006600;"><b>1º Dia:</b></span><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=203" target="_blank"><strong>Profª. Dra. Olga de Sá</strong></a><br />
Texto: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=205" target="_blank">Primeiro dia…</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=212" target="_blank">Diário de Bordo &#8211; 01</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/1%C2%BAdia/" title="Confira!!!" target="_blank">Fotos Primeiro dia…</a><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>2º Dia</b></span></p>
<p><a href="http://www.filosofante.com.br/?p=221" title="Confira!!!" target="_blank"><strong>Profª. Dra. Mírian dos Santos</strong></a><br />
Texto: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=227" title="Confira!!!" target="_blank">Segundo dia…</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=239" title="Confira!!" target="_blank">Diário de Bordo &#8211; 02</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/2%C2%BAdia/" title="Confira!!!" target="_blank">Fotos Segundo dia…</a><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>3º Dia</b></span></p>
<p><a href="http://www.filosofante.com.br/?p=247" title="Confira!!!" target="_blank"><strong>Prof. Dr. Lauro Baldini</strong></a><br />
Trecho: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=235" title="Confira!!!" target="_blank">Um lugar</a> &#8211; Samuel Beckett<br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=250" title="Confira!!!" target="_blank">Beckett… Trechos</a><br />
Texto: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=257" title="Confira!!!" target="_blank">Beckett</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=262" title="Confira!!!" target="_blank">Diário de Bordo &#8211; 03</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/3%C2%BAdia/" title="Confira!!" target="_blank">Fotos Terceiro dia…</a><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>4º Dia</b></span></p>
<p><a href="http://www.filosofante.com.br/?p=275" title="Confira!!!" target="_blank"><strong>Prof. Dr. Renato Kirchner</strong></a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=260" title="Confira!!!" target="_blank">Poesia &#8211; Herberto Helder</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=268" title="Confira!!!" target="_blank">Uma espécie de perda</a> &#8211; Ingeborg Bachmann<br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=273" title="Confira!!" target="_blank">A poesia impede a dissolução dos rostos</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=283" title="Confira!!!" target="_blank">O Meu Olhar &#8211; Alberto Caeiro</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=285" title="Confira!!!" target="_blank">Diário de Bordo &#8211; 04</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/4%C2%BAdia/" title="Confira!!!" target="_blank">Fotos Quarto dia…</a><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>5º Dia</b></span></p>
<p><a href="http://www.filosofante.com.br/?p=288" title="Confira!!" target="_blank"><strong>Prof. Giovanni Marques Santos</strong></a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=290" title="Confira!!!" target="_blank">Era uma vez…</a><br />
<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=297" title="Confira!!!" target="_blank">Autopsicografia</a> &#8211; Fernando Pessoa<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/5%C2%BAdia/" title="Confira!!!" target="_blank">Fotos Quinto dia…</a><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Cursos Breves</b></span></p>
<p>Texto<a href="http://www.filosofante.com.br/?p=224" title="Confira!!!" target="_blank">A Filosofia na obra de Machado de Assis</a><br />
Trecho: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=271" title="Confira!!" target="_blank"> Hamlet</a> &#8211; William Shakespeare<br />
Trecho: <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=198" title="Confira!!!" target="_blank">De Memórias Póstumas de Brás Cubas</a> &#8211; Machado de Assis</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Comunicações</b></span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/tags/comunica%C3%A7%C3%B5es/" title="Confira!!!" target="_blank">Fotos Comunicações</a></p>
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		<title>Autopsicografia</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 16:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
 {Fernando Pessoa} <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=297" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O poeta é um fingidor.<br />
Finge tão completamente<br />
Que chega a fingir que é dor<br />
A dor que deveras sente.</p>
<p>E os que lêem o que escreve,<br />
Na dor lida sentem bem,<br />
Não as duas que ele teve,<br />
Mas só a que eles não têm.</p>
<p>E assim nas calhas de roda<br />
Gira, a entreter a razão,<br />
Esse comboio de corda<br />
Que se chama coração.</p>
<p> <span style="color:#006600;"><b>{Fernando Pessoa}</b> &#8211; Cancioneiro- 01/04/1931</span></p>
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		<title>Fotos Quinto dia…</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 04:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><center><object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=59913" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param name="flashvars" value="&#038;offsite=true&#038;intl_lang=pt-br&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Ffilosofante%2Ftags%2F5%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Ffilosofante%2Ftags%2F5%2F&#038;user_id=29484855@N03&#038;tags=5&#038;jump_to=&#038;start_index="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=59913"></param><param name="bgcolor" value="#000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=59913" bgcolor="#000000" allowFullScreen="true" flashvars="&#038;offsite=true&#038;intl_lang=pt-br&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Ffilosofante%2Ftags%2F5%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Ffilosofante%2Ftags%2F5%2F&#038;user_id=29484855@N03&#038;tags=5&#038;jump_to=&#038;start_index=" width="400" height="300"></embed></object></center></p>
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		<title>Era uma vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 04:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sueli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Giovanni Marques Santos]]></category>
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		<description><![CDATA[Era uma vez&#8230;
Uma pessoa que entrou em uma padaria e pediu:
Por favor, eu quero dois pãezinhos e duas roscas.
O atendente, outra pessoa, pergunta de volta:
-Mas você quer pão Frances ou de forma?
Responde o primeiro:
Tanto faz a minha bicicletinha é verde&#8230;
A primeira vista esta pequena introdução pode parecer ridícula, mas não são todas as cartas de <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=290" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez&#8230;<br />
Uma pessoa que entrou em uma padaria e pediu:<br />
Por favor, eu quero dois pãezinhos e duas roscas.<br />
O atendente, outra pessoa, pergunta de volta:<br />
-Mas você quer pão Frances ou de forma?<br />
Responde o primeiro:<br />
Tanto faz a minha bicicletinha é verde&#8230;</p>
<p>A primeira vista esta pequena introdução pode parecer ridícula, mas não são todas as cartas de amor ridículas?<br />
<span id="more-290"></span><br />
A minha amada <span style="color:#006600;"><b>III Jornada de Filosofia &#8211; Filosofia e Literatura.</b></span></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Fugaz foi nosso amor, não que isso me cause tristeza, o adjetivando, nosso amor, por ter-te amado logo no primeiro encontro, mas compreender-te  como tese, antítese e síntese ainda levarão algum tempo. Não que isso faça alguma diferença, a minha bicicletinha é verde, e combinou com todas as suas idéias.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A suas vozes, suas imagens, suas palavras ficaram. Sempre tive uma grande queda pela multiplicidade e você soube como ninguém usar de todo este poder de sedução. Nosso amor foi transitório, e sabiamente não permitiu que eu esquecesse. Guardarei na memória, imagine-a como uma biblioteca catalogada.  As suas vestes  estarão em minhas lembranças, um pouco mais forte aquela em que você está escrita em um quadro negro, que eu vi verde. Embora a outra seja  sugestiva para um jantar a dois. Quem sabe no cardápio arroz a grega,velas sobre a mesa e um livro de poesia&#8230;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Minha amada, todas as noites sentei-me diante de ti, exceto uma, a morte acontecia mesmo estando nós vivendo  o amor. Paradoxal. Porém religiosa que me é, disse-Morrer  pode ser vida. Sua Filosofia  trouxe conforto. Todo o dinamismo que vi em ti, compreendi como amor platônico  e os nossos corpos não se buscaram. Isso não era importante, apesar de ter sempre a preocupação de ir vê-la  na minha melhor &#8220;beca&#8221;, deve ser influência  por ter consciência  que estaria frente a gigantes.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Amor, digo-te adeus, um pouco mais ambígua, um pouco mais metafórica um pouco mais ridícula, mas não  se preocupe algo de lógico há de ficar. Permanece porque tem origem no amor, pois a vejo mais que a III Jornada de Filosofia, vi pessoas, em palavras. Fiz um &#8220;eu-isso&#8221; do amor que vivenciamos. Autoridade de outras palavras que conheci. Não, não se sinta enciumada, enamorei-me pela conjunção da tua obra.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ah! Meu amor, quão tola, talvez você esteja pensando, em  toda sua magnitude,  que eu possa ser. Pense em mim, com tolerância, como alguém que se embriaga. Pelos  olhares, conceitos, sentimentos expressos por você nesta jornada que hora se finda e bêbeda, eternamente bêbeda por  toda sua lucidez.</p>
<p><b>Com amor,<br />
Por amor.</b></p>
<p>A todos os conferencistas na III Jornada de Filosofia. Tema: Filosofia e Literatura, nossos mais calorosos agradecimentos.</p>
<p>Ao<br />
<span style="color:#006600;"><b>Prof. Giovanni Marques Santos</b></span>  que encerrou a nossa jornada como verdadeiro &#8220;padre casamenteiro&#8221; entre a Filosofia e a Literatura. Vivas! Professor Giovanni, o amor está no ar.</p>
<p>Ao Fábio, aluno do 2º Período de Filosofia,</p>
<p><i>HOJE O MUITO OBRIGADO É PARA VOCÊ.</i></p>
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		<title>Prof. Giovanni Marques Santos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 04:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/filosofante/2910618005/" title="III Jornada de Filosofia por Filosofante, no Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3086/2910618005_2b7faee301.jpg" width="286" height="500" alt="III Jornada de Filosofia" /></a></center></p>
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