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	<title>Filosofante &#187; Franci</title>
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		<title>Cultura da Paz</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 02:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Condenado à violência, o homem se estrutura pela vontade do poder. A mídia, a educação e a cultura levaram o homem ao caos interior hoje presente, intensificado pela vontade de dominação, em que se valoriza mais o forte, o poderoso e menos o pensador.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A evolução do homem vem de um processo de violência natural que <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=695" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Condenado à violência, o homem se estrutura pela vontade do poder. A mídia, a educação e a cultura levaram o homem ao caos interior hoje presente, intensificado pela vontade de dominação, em que se valoriza mais o forte, o poderoso e menos o pensador.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A evolução do homem vem de um processo de violência natural que intensifica sua conduta. Formou-se assim a cultura do capital, conduta essa que embutiu em nós pensamentos de competição e não de cooperação.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Desigualdades, injustiças e violência nos desumanizam; tornamo-nos mais egoístas e nos esquecemos dos nossos. Nós humanos somos os únicos que temos total domínio de nossas ações e decisões.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O homem dotado de inteligência, oque nos diferencia dos primatas, sente-se obrigado a colocar limites à violência. Torna-se assim urgente uma cultura de paz, ou será colocado um fim ao segmento do projeto humano.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Somos dotados de sentimentos nobres os quais se colocados em prática, evidenciariam a harmonia e a convivência: estabeleceríamos assim um projeto social e coletivo de paz.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O ser humano em sua essência apresenta uma relação afetiva amorosa com sua realidade, essa relação vivida cotidianamente afirmaria tal projeto.<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><strong>Francineli Teixeira Reyes</strong></span><br />
Segundo Período de Filosofia</p>
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		<title>O Argumento Ontológico de Anselmo de Aosta</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 01:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Anselmo de Cantuária nasce em 1033 perto de Aosta. Com a mãe aprende a conhecer e amar a Deus. Seus estudos foram confiados aos beneditinos de Aosta, onde realizou rápido progresso. Pensa em tornar-se monge, sem a permissão do pai e da mãe. Torna-se livre aos 24 anos após o falecimento de sua mãe e <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=693" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Anselmo de Cantuária nasce em 1033 perto de Aosta. Com a mãe aprende a conhecer e amar a Deus. Seus estudos foram confiados aos beneditinos de Aosta, onde realizou rápido progresso. Pensa em tornar-se monge, sem a permissão do pai e da mãe. Torna-se livre aos 24 anos após o falecimento de sua mãe e do ingresso de seu pai em um mosteiro. Saindo de Aosta partindo para Borgonha e França. Anselmo procura pelos melhores mestres na intensão de se tornar um deles. Torna-se prior de Lanfranco quando este é nomeado abade em Bec em 1063, Anselmo é nomeado abade em  1086. Em 1093 foi nomeado bispo de Cantuária, na Inglaterra, onde fora visitar um amigo gravemente enfermo.<br />
<span id="more-693"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;As suas obras mais importantes são o Monologium (Monólogo) e o Proslogium (Diálogo) e o Cur Deus Homo (Porque Deus se fez Homem). Nelas ele estuda, entre outras coisas, dois problemas de fundamental importância para a filosofia cristã: os das relações entre a fé e a razão e o da existência de Deus.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Anselmo passa seus últimos quinze anos de vida em Cantuária numa incessante luta para salvaguardar a liberdade da igreja. Guilherme, rei caríssimo e filho dileto da Santa Igreja Romana, empreendera séria reforma da Igreja, mas com seu filhoo movimento de reforma cessaria. A ação só visava separar a Igreja da Inglaterra da Igreja de Roma. Anselmo empenha-se em ser o traço de união entre as duas, mantendo atitude de firmeza diante do rei.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Numa de suas primeiras obras, o Monologium, Anselmo apresenta sua visão de Deus, afirmando a existência da essência suprema em todas as coisas e que tudo depende dela. Estabelece na essência a máxima sabedoria e a bondade suprema, a onipotência, a onipresença. Que tudo criou a partir do nada. Anselmo desenvolve  um raciocínio evolutivo sobre o que considerava ser a verdade. O aforismo quer destacar duas coisas. Primeiramente a necessidade da fé para o conhecimento da verdade religiosa e moral; e em segundo lugar a necessidade de usar a razão. Para &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Anselmo, o pensamento tem algo de divino, e Deus tem uma razão. Não procura a razão de uma fé entendida como fé subjetiva daquele que crê, mas procura as razões da fé na qual se crê. Sua palavra é sua essência, e Ele é pura essência , infinito, sem começo nem fim, pois nada existiu antes da essência divina e nada existirá depois. Para ela o presente, o passado e o futuro são juntos ao tempo, são uma coisa só. É imutável, uma substância, embora seja diferente da substância das outras criaturas. Existe de uma maneira simples e não pode ser comparado com a consciência das criaturas, pois é perfeito e maravilhoso e tem todas as qualidades já citadas. O verbo e o espírito supremo são uma coisa só, pois este usa o verbo consubstancial para expressar-se. Mas a maneira intrínseca que o espírito supremo se expressa e conhece as coisas é incogniscível para nós. O verbo procede de Deus por nascimento, e o pai passa a sua essência para o filho. O espírito ama a si mesmo, e transmite esse amor. Para Anselmo, a alma humana é imortal, e as criaturas seriam felizes e infelizes eternamente. Mas nenhuma alma é privada do bem do Ser supremo, e deve buscá-lo, através da fé. E Deus é uno. Para se contemplá-lo devemos nos afastar dos problemas e preocupações cotidianos e buscá-lo. Ele é onipotente embora não possa coisas como morrer ou mentir. É piedoso, em parte por ser impassível, o que não o impede de exercer sua justiça, pois ele pensa e é vivo. Anselmo fala muito da crença divina do Pai, do filho e do espírito humano. Grandes coisas esperam por aquele que aceitar Deus e buscá-lo. Santo Anselmo influenciou muito o pensamento teológico posterior.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No Proslogium, ao contrário, Anselmo quer encontrar um argumento irrepreensível, único e inconfundível para provar a existência de Deus, que não deva se apoiar em experiências externas, ou seja, que não deva chegar até Deus a posteriori, através da existência das coisas criadas. Anselmo procura um argumento sólido, que não precise se apoiar em qualquer realidade externa que seja ou em multiplicidade de argumentos, mas evidente na pura interioridade do homem. Anselmo se reporta a uma linha principalmente agostiniana na procura de Deus, a procura no interior do homem, não deseja encontrar apenas a razão dos conteúdos da fé, mas quer que seja a própria fé, com a qual se crê e com a qual se deseja iluminar o ato de crer. Anselmo procura no Proslogium uma compreensão da razão da existência de Deus, a fé com a qual se crê. O Proslogium é o Deus revelado “aquilo que não se pode pensar nada de maior”.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Kant quem denomina de Ontológico o argumento de Anselmo, uma vez que deduz a existência de Deus de seu puro existir. A ideia de Deus implica a idéia da própria existência, sendo Deus aquele ser perfeitíssimo que inclui em si todas as qualidades possíveis, também a da existência, porque ele de modo exclusivo e único, é perfeito.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Contestado pelo Liber pro insipiente – Livro para iniciantes – escrito pelo monge Gaunilon, Anselmo replica. A objeção de Gaunilon rejeita-se facilmente porque não de discute uma idéia qualquer, mas a de um ser perfeitíssimo, daquilo que não se pode pensar nada de maior, portanto, devemos incluir a sua existência concreta na própria idéia. A objeção de Gaunilon se retoma ao longo da história do argumento ontológico. De alguma forma Anselmo prevê esta objeção e a argumentação ulterior. Anselmo fala da necessidade de pensar em Deus como existente, da possibilidade de pensar naquilo que não é possível ser pensado como não existente, ou seja, DEUS. Afirma-se explicitamente que Deus deve existir necessariamente, deve ser existente. Não podemos pensar em Deus, aquilo a respeito não se pode pensar nada de maior, a não ser pensando nele como existente. O insensato tem a idéia de Deus no próprio intelecto, mas como uma simples palavra escrita ou pronunciada, não compreendida em seu significado efetivo, porque, de outra forma deveria necessariamente pensá-lo como existente.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Diante do argumento ontológico Scot, Descartes, Leibniz e Hegel o defederam, já Tomaz de Aquino, Kant, Maritains e muitos outros o rejeitaram. Pode-se notar na leitura dos textos que os pensamentos de Anselmo e de Tomás de Aquino são absolutamente diferentes, Anselmo dirige-se a crentes e Tomás de Aquino o mundo abriu-se mais à filosofia pagã. Leibniz conhecia o argumento de Anselmo, mas diz que continua insatisfeito, Descartes crê na possibilidade da idéia divina proclamada por Anselmo contra Gaunilon, Pode-se dizer que o pensamento de Anselmo é como elo de uma cadeia que parte dos últimos herdeiros neoplatônicos , passando por Santo Agostinho e escoto Erígena, chega aos dialéticos e misticos, mais tarde aos cartesianos.</p>
<blockquote><p>“Portanto, Senhor, tu és não somente aquilo de que não se pode pensar nada de maior, mas tu és muito maior de quanto possa ser pensado”</p></blockquote>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Tais afirmações se juntas não tornam Deus um Deus dos filósofos, um Deus lógico e sim um Deus vivo da fé e da revelação. Anselmo pensa também na transcendência de Deus em relação a qualquer pensamento.  Deus um ser supremo e maior, não só em pensamento mas em relação ao ser, à existência real de um Deus como ser perfeitíssimo. Deus que transcende a própria identidade de ser e pensamento, uma ligação perfeita. “Aquilo que não se pode pensar nada de maior”.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><strong>Francineli Teixeira Reyes</strong></span><br />
Segundo Período de Filosofia</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.<br />
TOMATIS, Francesco. O argumento ontológico. : a existência de Deus de Anselmo a Shelling. Tradução: Sérgio José Schiarato – São Paulo : Paulus, 2003<br />
MONDIN, Batista. Curso de filosofia, vol. I. Capítulo XVII, págs. 155 à 158</p>
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		<title>Desenvolvimento do Trabalho no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 02:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Com a chegada dos portugueses no Brasil e a descoberta de terras produtivas, deu-se início o latifúndio monicultor que exigia uma mão de obra permanente.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Com a chegada dos portugueses no Brasil e a descoberta de terras produtivas, deu-se início o latifúndio monicultor que exigia uma mão de obra permanente.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Embora o índio tenha sido um elemento importante para a formação da colônia, o negro logo o suplantou sendo sua mão de obra a mais importante. Os negros foram trazidos da África por volta do ano de 1530 e durante mais de 350 anos a maior parte do trabalho no Brasil foi realizado pela mão de obra escrava, nas lavouras de cana de açúcar e café. Esses trbalhadores viviam em colonato que eram colônias dentro das fazendas, os colonos e suas famílias tinham de cuidar de um certo número de pés de café, a produção desses colonos era de subsitência, produzia-se aquilo que iria consumir, algo além para troca de mercadorias.<br />
<span id="more-685"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Até o ano de 1700 empregava-se o sistema colonial de plantação onde os senhores cediam a alguns escravos um pedaço de terra da sua propriedade pertindo que este trabalhasse nela nos finais de semana, evitando assim fugas. Após esse período com o início da atividade mineradora se fazem mais presentes os escravos urbanos. O escravo podia realizar diveros trabalhos na cidade como engraxate, comerciante, barbeiro, etc.que era chamado de escravo de ganho pois uma parte do que ganhava era destinada ao seu dono, acumulando pecúlio e podendo assim comprar sua alforria, exitia também o escravo de ganho, onde seu dono disponibilizava a outrem o trabalho de seu escravo por um período em troca de um pagamento.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No norte do país se teve um outro tipo de economia, entre 1650 à 1750 que ficou conhecida como extração das drogas do sertão onde a mão de obra era escrava, porém era mão de obra indígena.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Já no sul do país se vivia da caça de gado remanescente de antigas missões jesuítas, que era realizada por mestiços e índios, que viviam da venda do couro e extração do mate. Após o ano de 1733 estes gados foram levados para estâncias e estes mestiços e indios se tornaram seus empregados.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A partir do ano de 1870 a região sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros. Visando não causar prejuizo aos proprietários de escravos, o governo precionado pela Inglaterra, foi alcançando o seu objetivo pois em 1850 houve a extinção completa do tráfego negreiro.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em 13 de maio de 1888, através da Lei Aurea, houve  Abolição da Escravatura no Brasil.</p>
<p><strong> PERÍODO INDUSTRIAL</strong><br />
1500-1808- Proíbição – apenas a sindústrias de fiação, calçados e vasilhames eram permitidas<br />
1808-1850- Período de Implantação – Em 1808 portos foram abertos oa comércio exterior, havia cobrança de altas taxas sobre os produtos estrangeiros, porém essa taxa era insuficiente para promover algum desenvolvimento industrial no país.<br />
 Em 1846 a indústria textil obteve incentivos fiscais, os quais não foram suficientes para alcançar o desenvolvimento industrial.<br />
1850-1939 – Em 1850 foi assinada a Lei Euzébio de Queiróz proibindo o tráfico de escravos, seus senhores sem ter a opção da compra e venda desss escravos, aplicaram seus capitais no setor industrial. Com aproíbição do tráfico, foram permitidas as entradas de emigrantes estrangeiros para trabalharem no Brasil os quais trouxeram novas técnicas de produção demanufaturados que foi a primeira mão de obra assalariada do Brasil.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Entre julho de 1914 e novembro de 1918 ocorreu a primeira Guerra Mundial, a partir daí foram constatados que os períodos de crise foram favoráveis ao nosso crescimento industrial. Nesse período a exportação do café fica prejudicada e dificulta a importação de bens industrializados, estimulando a produção interna.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em 1907 foi realizado o primeiro CENSO industrial do Brasil, indicando a existência de mais ou menos 3.000 empresas.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em 1920, caracterizando um grande crescimento industrial, mostrava a existêcia de mais de 13.000 empresas. Predominantemente as industrias de bens de consumo, setor alimentício principalmente a exportação da carne.</p>
<p><strong>1930 – 1956</strong></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Neste período há a substituição da mão de obra dos emigrantes estrangeiros pela mão de obra nacional. Getúlio Vargas operou essa mudança decisiva adotando uma política industrializante. Nesa época houve a crise cafeeira e assim o exôdo rural que aumentou a população urbana. A redução das importações favoreceram o desenvolvimento industrial. Esse desenvolvimento ocorreu principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, definindo a maior concentração de indústrias o qual permanece até hoje.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Com o início da produção do aço, abrem-se perspectivas para maior desenvolvimento industrial no país.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em 1950 alguns problemas graves dificultam o desenvolvimento industrial. Cria-se então a Companhia Hidrelétrica de São Francisco, a Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso e a Petrobrás.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O crescimento da indústria de bens de produçõ refletiu-se principlmente nos seguintes setores:</p>
<ul>
<li>siderúrgico e metalúrgico</li>
<li>químico e farmacêutico</li>
<li>Construção naval</li>
</ul>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para sustentar o crescimento industrial, a produção em massa e linhas de montagem pela divisão técnica do trabalho há o surgimento das escolas industriais e profissionalizantes onde a terceira revolução acontece na segunda metade do séc. XX com a robótica, informática, aperfeiçoamento dos transportes e das comunicações, transformação da ciência e da tecnologia em matérias primas por exelência e na gestão e organização do trabalho mais flexivel e integrado globalmente.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><strong>Francineli Teixeira Reyes</strong></span><br />
Segundo Período de Filosofia</p>
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		<title>A continência e a Incontinência</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 02:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O Livro VII da obra aristotélica Ética a Nicômaco assume como objetivo e intenção estabelecer as diferenças entre o homem continente e incontinente. De início, o autor destaca que é louvável a atitude do homem continente, uma vez que age assim, resiste conforme a reta razão e vence um sentimento contrário a mesma.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O autor apresenta <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=683" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O Livro VII da obra aristotélica Ética a Nicômaco assume como objetivo e intenção estabelecer as diferenças entre o homem continente e incontinente. De início, o autor destaca que é louvável a atitude do homem continente, uma vez que age assim, resiste conforme a reta razão e vence um sentimento contrário a mesma.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O autor apresenta as disposições a serem evitadas como o vício, a incontinência e a bruteza. <em>“Os contrários de duas delas são evidentes: a uma chamamos virtude e a outra chamamos continência” </em>(p. 117). O paradoxo da bruteza é um tipo de virtude sobre-humana e que seria difícil para o homem encontrá-la.<br />
<span id="more-683"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A incontinência e a moleza, tema que também será abordada pelo autor, não são coisas boas e nem dignas de louvor, mas a continência e a fortaleza são.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O homem incontinente realiza ações segundo suas paixões, mas o continente que conhece seus apetites maus recusa a segui-los porque tem como base a razão. Diz-se que os homens dotados de sabedoria prática não podem ser incontinentes e que os homens são incontinentes quando estão ligados à cólera, à honra e ao lucro.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para Sócrates, o homem que conhece a ação não pode ser incontinente em relação à mesma. Aqueles que agem contra o conhecimento, na verdade não o possuem, mas possuem uma determinada opinião.<br />
Ao homem continente está implícito ter bons e maus apetites, <em>“pois, se os apetites são bons, a disposição de caráter que nos impede a segui-los é má, de forma que nem toda continência será boa: e, se eles são fracos sem serem maus, não há nada de admirável em refreá-los: e se são fracos e maus, tampouco é grande proeza resistir-lhes”</em> (p. 119).<br />
Se a continência leva um homem a sustentar uma opinião de maneira feroz, sem considerar a reta razão, ela é algo errado, uma vez que leva o homem a sustentar uma opinião falsa, já se a incontinência leva o homem a mudar de opinião, em alguns casos esta é boa.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em relação às pessoas incontinentes analisa-se se elas agem de modo consciente ou não, e se assim o fazem, em que sentido e espécie isso pode ser englobado.Os incontinentes possuem conhecimentos, porém agem como loucos e embriagados, ou seja, sem refletir e sob influências das paixões. Um incontinente age segundo uma opinião que não lhe parece<br />
contrário, porém, é contrária à reta razão. Também o mesmo não age conforme um conhecimento, mas sim conforme um conhecimento sensorial.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O autor questiona a possibilidade de um homem ser incontinente em sentido absoluto <em>“ou se todos os homens são incontinentes, ou são em sentido particular” </em>(p. 122), e existindo qual o objeto que se relaciona.<br />
É certo que tanto os incontinentes ou os dotados de fortaleza se relacionam com prazeres e dores. As coisas que causam alguns prazeres são necessárias, enquanto outras admitem excesso, mas devem ser escolhidas (vitória, honra e dinheiro). E nisso, o homem pode ser incontinente por especificação e não ser censurado, ao passo que, o incontinente referente ao prazer físico é censurado.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em relação aos homens que se desviam da dor e buscam apenas as coisas agradáveis, esses são chamados de incontinentes em um sentido absoluto. Com efeito, o homem pode ser considerado incontinente por especificação.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Não se aplica o título de incontinente àqueles que por força da natureza ou hábitos relativos à doença agem de forma incontinente. Os que agem contrários a esses modos são considerados brutais, ou seja, pessoas que não se contêm ou assimilam hábitos cruéis sem estarem ligados a esses fatores.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A incontinência relativa à cólera é menos vergonhosa do que a incontinência relativa aos apetites. Um homem encolerizado ouve o raciocínio até certo ponto, mas acaba por agir sem concluí-lo e os homens que agem pelos apetites assim agem porque não se utilizam do raciocínio.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em se tratando de prazer, dor, apetite e aversão que nos vem do paladar e do tato, é possível ser continente ou incontinente em relação aos prazeres, como também é possível ser mole ou forte em relação às dores.<br />
O homem que busca os prazeres além do necessário (comer, divertir, etc.) é intemperante e aqueles que não buscam nenhum tipo de prazer são contrários ao intemperante, porém, a ação do temperante que ocupa a posição mediana é digna de louvor.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O homem intemperante é pior que o homem incontinente, porque para o primeiro não há cura, já para o segundo, sim. A incontinência se difere do vício, porque o viciado não tem consciência de si mesmo e o incontinente tem. O homem incontinente tende a buscar os prazeres corporais contrários à razão não por convicção, enquanto o intemperante age dessa forma por acreditar que o homem é feito para buscar o prazer. O homem continente é o que age conforme a razão enquanto o incontinente não se detém a ela. As disposições contrárias a continência são más.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Existe uma diferença entre a continência e temperança, embora ambas não contrariem a reta razão levadas por prazeres corporais, mas o continente possui apetites maus ao passo que o temperante não o possui. Também o temperante não sente prazer contrário à razão e o continente sim, porém não se deixa conduzir-se por ele. A diferença existente entre o homem intemperante e o incontinente, embora ambos busquem os prazeres corporais, é que o intemperante assim o faz por convicção, enquanto o incontinente não.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O homem incontinente difere-se daqueles que possuem sabedoria prática, pelo fato de ser incapaz de agir, também se difere daquele que contempla a verdade e sabe sobre ela. O homem incontinente é comparado a um homem que sabe a verdade, mas não a coloca em prática.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>“O estudo do prazer e da dor pertencem ao campo filosófico político, pois, é ele o arquiteto do fim com vistas na qual dizemos que uma coisa é boa e outra é má ou é boa em absoluto.” </em>(p. 131)<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A princípio, Aristóteles afirma que o prazer não é um bem e que a maioria deles é má e se torna um obstáculo ao pensamento, também as crianças e os brutos buscam por eles. O homem temperante evita o prazer e as pessoas dotadas de sabedoria prática evitam as dores.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por fim, Aristóteles afirma <em>“que nem a sabedoria prática, nem a qualquer estado do ser é impedido pelo prazer que ele proporciona. São os prazeres estranhos que possuem um efeito impeditivo, visto que, os prazeres advindos do pensar e do aprender nos fazem pensar e aprender ainda mais” </em>(p.132). Os prazeres são dignos de escolhas, sem excessos e que as dores são expulsas do corpo e por isso são intemperantes. </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><strong>Francineli Teixeira Reyes</strong></span><br />
Segundo Período de Filosofia<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco; Poética/ Aristóteles. Trad. Leonel de Vallandro e Gerd Bornheim; seleção de textos de José Americo Motta Pessanha. São Paulo: Nova Cultural, 1987. p. 117-136. (Os Pensadores)<br />
AURÉLIO, Buarque De Holanda Ferreira. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Ed 3. 1 impr. Editora Positivo, 2004 by Regis Ltda. (dicionário eletrônico, versão 5.0)<br />
Commentary on the Nicomachean Ethics. TRANSLATED BY C. I. LITZINGER, O.P. Library of Living Catholic Thought .v. 1. Boston,1964.<br />
Oxford  University Press. Second edition. Dicionário Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês.<br />
SITE: http://projetophronesis.wordpress.com/2009/04/07/resumo-de-etica-a-nicomaco-de-aristoteles/ acesso em 14 set 09, as 13h 21min</p>
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		<title>O Homem</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Neste texto tivemos a intensão de fazer um apanhado sutil das idéias filosóficas de  valores como caráter, decisão, liberdade, espontaneidade, o qual define bem o que se chama “Homo Volens” Homem de Vontade.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Distingui-se o homem do animal irracional na sua percepção, pois no homem existe certamente um apetite sensitivo, um conhecimento intelectivo, universal, abstrato. <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=527" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Neste texto tivemos a intensão de fazer um apanhado sutil das idéias filosóficas de  valores como caráter, decisão, liberdade, espontaneidade, o qual define bem o que se chama “Homo Volens” Homem de Vontade.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Distingui-se o homem do animal irracional na sua percepção, pois no homem existe certamente um apetite sensitivo, um conhecimento intelectivo, universal, abstrato. Ele sabe o que é o pão, a carne, o vinho e tem inclinações relativas a esses objetos, mas também conhece a glória, a virtude, a bondade, a coragem, a felicidade, e por isso além de apetite sensitivo é dotado também e especificamente de apetite intelectivo o qual denominamos “vontade”. Humanidade, mundanidade, volubilidade, alienação, conformismo, transcendência e liberdade, são propriedades fundamentais para a verdadeira natureza da vontade humana, sendo a liberdade particularmente a mais importante.<br />
<span id="more-527"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Definimos liberdade como ausência de constrangimento tanto físico, moral, psicológica, política e social, sendo a psicológica a senhora soberana sobre as situações determinantes do poder de decidir por si mesmo.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Dentro da filosofia grega a liberdade é um problema de difícil compreensão, não conseguindo, porém uma investigação satisfatória.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Segundo J. P. Sartre o homem está condenado a ser livre, cabe a ele a escolha, e mesmo não escolhendo ainda assim escolheu. Já Santo Tomas diz que o ato livre se desenvolve de três momentos: deliberação, juízo e eleição, escolher ou eleger cabe a razão e ao intelecto, ambos com a finalidade do bem concreto alicerçada na vontade.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A realidade afetiva torna o entendimento da paixão, de acordo com os filósofos, uma importante área de interesse maior que a do conhecer, do querer, do falar e do trabalhar, uma mistura de potencia, prazer, coragem, angustia, realização, desespero, medo, esperança, audácia, ira, enfim termos que levaríamos páginas citando, a afetividade tem importância capital que concerne o ser em si mesmo. É preciso reconhecer que a influência da parte afetiva sobre o homem  é real e profunda e essa forte pressão afetiva permanece livre e soberana, a vontade é um sinal evidente de liberdade ligada ao intelecto.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Depois de estudada a paixão, os filósofos estão em acordo quando se trata do amor. Na realidade da liberdade, paixão e amor o homem tem seu papel fundido em transcender cada ato imposto, alienado de si mesmo. Amar e desejar possuir a bela aparência como realidade absoluta é o amor sexual, terreno, inferior que perde a alma, o amor puro não ama o que morre, mas o que é eterno, já dizia Platão.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aristóteles dizia que é o amor que move a matéria e todas as coisas deste mundo em direção a seu objetivo final, Deus. Aristóteles da a amizade o primeiro lugar entre as virtudes morais, diz que ela não é nada senão o amor desinteressado de outra pessoa.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O homem está diretamente voltado para o ato de amar o que não foge da dimensão fundamental da natureza humana, diríamos que o amor é a mola que move cada ação, um consenso comum de idéias e visões, que o amor sendo um sentimento primário, possui um dinamismo instintivo e sendo um homem dotado também de razão e liberdade, pode ele, controlá-lo e exercê-lo livremente. Dotado de liberdade, paixão e amor o homem se torna um ser completo, capaz de identificar e colocar em prática as teorias mais sublimes desses atos, pensante ele se torna executante e consequentemente feliz. </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Francineli T. Reyes</b></span><br />
Primeiro Período de Filosofia</p>
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		<title>A filosofia é uma ciência tal que com a qual ou sem a qual o mundo continua tal e qual</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Mudar o conceito de “vivência” é um ponto discutível e permanente; analisar, criticar e aprofundar-se é uma questão filosófica intensa a qual nós tentamos buscar desempenhos e dizeres argumentativos que convençam a todos pelo real valor do “filosofar”. A rotação do planeta parece estar mais rápida, o mundo caminha a passos rápidos e as horas <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=525" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Mudar o conceito de “vivência” é um ponto discutível e permanente; analisar, criticar e aprofundar-se é uma questão filosófica intensa a qual nós tentamos buscar desempenhos e dizeres argumentativos que convençam a todos pelo real valor do “filosofar”. A rotação do planeta parece estar mais rápida, o mundo caminha a passos rápidos e as horas parecem ser menores, mal conseguimos nos manter sem a utilização de métodos ou de imposições.<br />
<span id="more-525"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Somos induzidos a agir, treinados a pensar de modo prático e categórico que leve sempre a um fim quase que único “o adquirir, o possuir, o consumir”, passamos sempre de um ponto a outro com uma praticidade quase imperceptível aos nossos sentidos, mal assimilamos os deveres aos atos, agimos simplesmente.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Hoje as ciências mais estudadas são aquelas que tragam retorno financeiro a quem a estuda, é difícil de concordar mas é fácil entender que a filosofia é uma ciência ta que com a qual ou sem a qual o mundo continua tal e qual, continua-se o caminho, continua-se o estudo científico e as pesquisas em diferentes campos, a rotação não para, o planeta não para.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Somos impostos e induzidos a agir quase que inconscientemente pelos fatos reais que movem o nosso universo particular, vivemos sempre argüidos pelos nossos “treinantes”, fazemos parte desta sociedade imposta e muitas vezes injusta a qual nós mesmo criamos.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Precisamos o quanto antes nos ater aos fatos de que a filosofia é uma parte quase a parte do atual momento, seria mais fácil simplesmente aceitar, no mundo permanecem os conceitos ditados, continua-se todos os dias como devem continuar desde o ínicio, seguem-se padrões éticos quase sempre e tentamos viver em retidão continua, o mundo caminha e segue com o amanhecer e com o anoitecer, um dia de cada de cada vez. </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Francineli Teixeira Reyes</b></span><br />
Primeiro Período de Filosofia</p>
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