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	<title>Filosofante &#187; Sueli</title>
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		<title>Era uma vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 04:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sueli</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanni Marques Santos]]></category>
		<category><![CDATA[III Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Era uma vez&#8230;
Uma pessoa que entrou em uma padaria e pediu:
Por favor, eu quero dois pãezinhos e duas roscas.
O atendente, outra pessoa, pergunta de volta:
-Mas você quer pão Frances ou de forma?
Responde o primeiro:
Tanto faz a minha bicicletinha é verde&#8230;
A primeira vista esta pequena introdução pode parecer ridícula, mas não são todas as cartas de <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=290" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez&#8230;<br />
Uma pessoa que entrou em uma padaria e pediu:<br />
Por favor, eu quero dois pãezinhos e duas roscas.<br />
O atendente, outra pessoa, pergunta de volta:<br />
-Mas você quer pão Frances ou de forma?<br />
Responde o primeiro:<br />
Tanto faz a minha bicicletinha é verde&#8230;</p>
<p>A primeira vista esta pequena introdução pode parecer ridícula, mas não são todas as cartas de amor ridículas?<br />
<span id="more-290"></span><br />
A minha amada <span style="color:#006600;"><b>III Jornada de Filosofia &#8211; Filosofia e Literatura.</b></span></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Fugaz foi nosso amor, não que isso me cause tristeza, o adjetivando, nosso amor, por ter-te amado logo no primeiro encontro, mas compreender-te  como tese, antítese e síntese ainda levarão algum tempo. Não que isso faça alguma diferença, a minha bicicletinha é verde, e combinou com todas as suas idéias.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A suas vozes, suas imagens, suas palavras ficaram. Sempre tive uma grande queda pela multiplicidade e você soube como ninguém usar de todo este poder de sedução. Nosso amor foi transitório, e sabiamente não permitiu que eu esquecesse. Guardarei na memória, imagine-a como uma biblioteca catalogada.  As suas vestes  estarão em minhas lembranças, um pouco mais forte aquela em que você está escrita em um quadro negro, que eu vi verde. Embora a outra seja  sugestiva para um jantar a dois. Quem sabe no cardápio arroz a grega,velas sobre a mesa e um livro de poesia&#8230;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Minha amada, todas as noites sentei-me diante de ti, exceto uma, a morte acontecia mesmo estando nós vivendo  o amor. Paradoxal. Porém religiosa que me é, disse-Morrer  pode ser vida. Sua Filosofia  trouxe conforto. Todo o dinamismo que vi em ti, compreendi como amor platônico  e os nossos corpos não se buscaram. Isso não era importante, apesar de ter sempre a preocupação de ir vê-la  na minha melhor &#8220;beca&#8221;, deve ser influência  por ter consciência  que estaria frente a gigantes.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Amor, digo-te adeus, um pouco mais ambígua, um pouco mais metafórica um pouco mais ridícula, mas não  se preocupe algo de lógico há de ficar. Permanece porque tem origem no amor, pois a vejo mais que a III Jornada de Filosofia, vi pessoas, em palavras. Fiz um &#8220;eu-isso&#8221; do amor que vivenciamos. Autoridade de outras palavras que conheci. Não, não se sinta enciumada, enamorei-me pela conjunção da tua obra.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ah! Meu amor, quão tola, talvez você esteja pensando, em  toda sua magnitude,  que eu possa ser. Pense em mim, com tolerância, como alguém que se embriaga. Pelos  olhares, conceitos, sentimentos expressos por você nesta jornada que hora se finda e bêbeda, eternamente bêbeda por  toda sua lucidez.</p>
<p><b>Com amor,<br />
Por amor.</b></p>
<p>A todos os conferencistas na III Jornada de Filosofia. Tema: Filosofia e Literatura, nossos mais calorosos agradecimentos.</p>
<p>Ao<br />
<span style="color:#006600;"><b>Prof. Giovanni Marques Santos</b></span>  que encerrou a nossa jornada como verdadeiro &#8220;padre casamenteiro&#8221; entre a Filosofia e a Literatura. Vivas! Professor Giovanni, o amor está no ar.</p>
<p>Ao Fábio, aluno do 2º Período de Filosofia,</p>
<p><i>HOJE O MUITO OBRIGADO É PARA VOCÊ.</i></p>
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		<title>Segundo dia&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sueli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[III Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Olga de Sá]]></category>
		<category><![CDATA[Sueli]]></category>

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		<description><![CDATA[Epifania: (sensação) 
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O termo é usado nos sentidos filosófico e literal para indicar que alguém &#8220;encontrou a última peça do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem completa”.  É aplicado quando um pensamento inspirado e iluminante acontecem que parece ser divino em natureza (este é o uso em língua inglesa, principalmente, como na expressão <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=227" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Epifania:</b> (sensação) </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O termo é usado nos sentidos filosófico e literal para indicar que alguém <i>&#8220;encontrou a última peça do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem completa”</i>.  É aplicado quando um pensamento inspirado e iluminante acontecem que parece ser divino em natureza (este é o uso em língua inglesa, principalmente, como na expressão I just had an epiphany, o que indica que ocorreu um pensamento, naquele instante, que foi considerado único e inspirador, de uma natureza quase sobrenatural)&#8212;-> Macabéa &#8212;&#8211;> A Hora da Estrela&#8212; à Clarice Lispector&#8212; à Profª. Dra. Mírian dos Santos (UNIVÁS).<br />
<span id="more-227"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Não necessariamente nesta ordem aconteceu a Conferência: Clarice Lispector e o Existencialismo, ministrada pela Dra Mírian,neste segundo dia da III Jornada de Filosofia-Tema: Filosofia e Literatura,na Faculdade Católica de Pouso Alegre.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Hoje estivemos diante de 7 personagens da obra A Hora da Estrela, narrada em fragmentos pela palestrante. Trouxe até o salão onde nos encontrávamos Macabéa para que a conhecêssemos. Se é que já não a vimos em algum lugar&#8230; E com ela todo o existencialismo de Clarice Lispector. A sua paixão pela existência.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;“Sartre e Clarice similaridade temática existencialista, não é disposição direta entre um e outro, é concepção de mundo servindo de arcabouço, pois Sartre foi ateu e Clarice mística”</p>
<p><strong>“A literatura é meu vinho”</strong> (Mírian dos Santos)</p>
<p>Nossos agradecimentos  <span style="color:#006600;"><b>Profª. Dra. Mírian dos Santos</b></span></p>
<p>Escrito por: <b>Sueli da Silva Pareto<br />
</b>2º Período de Filosofia</p>
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		<title>Primeiro dia&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 03:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sueli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Cada coisa tem um instante em que ela É”
- Clarice Lispector
Foi assim o primeiro dia da III Jornada de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre, com o tema Filosofia e Literatura. Na abertura contamos com a Participação do Coral do Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a palestrante convidada   Profª. Dra. Olga <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=205" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Cada coisa tem um instante em que ela É”<br />
- <span style="color:#006600;"><b>Clarice Lispector</b></span></p>
<p>Foi assim o primeiro dia da III Jornada de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre, com o tema Filosofia e Literatura. Na abertura contamos com a Participação do Coral do Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a palestrante convidada   <span style="color:#006600;"><b>Profª. Dra. Olga de Sá</b></span> (FATEA – Lorena-SP)que nos proporcionaram este instante.<br />
“Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas”_Goethe<br />
Para quê Filosofia? Para quê Literatura?Com estas duas perguntas a Dra.Olga nos conduziu de Sócrates, “Sei que nada sei”, a massa de uma barata esmagada pela cintura, livro A  Paixão Segundo G.H. &#8211; Clarice Lispector.<br />
“Poesia e Filosofia dialogam  com o contexto, não há razão para excluir qualquer grupo social da Filosofia e é fazendo  o caminho com o sensibilizar, problematizar e posteriormente a conceituação, com as questões da vida”<br />
A Linguagem Filosófica. A Linguagem Literária. Não ler é estar em uma gaiola sem possibilidade de erguer “as antenas”.</p>
<p>Obrigado  <span style="color:#006600;"><b>Profª. Dra. Olga de Sá</b></span></p>
<p>Escrito por: <b>Sueli da Silva Pareto<br />
</b>2º Período de Filosofia</p>
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