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	<title>Filosofante &#187; Edmund Husserl</title>
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		<title>Epoché &#8211; Husserl</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Para falar de Husserl necessitamos de definir o conceito de “Epoché”, porque sem isso a maioria não o compreenderia. “Epoché” deriva do grego antigo e significa “paragem”, “interrupção” ou “suspensão de juízo”. 
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Segundo Husserl, “Epoché” significa a suspensão do mundo, como que parado no tempo, embora com todas as suas características presentes e, por isso, <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=784" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para falar de Husserl necessitamos de definir o conceito de <strong>“Epoché”</strong>, porque sem isso a maioria não o compreenderia. “Epoché” deriva do grego antigo e significa “paragem”, “interrupção” ou “suspensão de juízo”. </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Segundo Husserl, “Epoché” significa a suspensão do mundo, como que parado no tempo, embora com todas as suas características presentes e, por isso, passíveis de serem analisadas “de fora”, por um observador exterior. O “Epoché” de Husserl que suspende o mundo no tempo e no espaço, permite a quem medita conhecer-se a si próprio e tomar consciência da sua própria essência, e a autoconsciência adquirida desta forma é o “eu puro” de Husserl (ou o “eu transcendental”).<br />
<span id="more-784"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Existe na essência do “Epoché” de Husserl uma ideia de desprendimento espiritual em relação às coisas mundanas, porque através do Epoché, “nos tornamos observadores desinteressados do mundo”. Existe algo de mediúnico (no sentido espiritualista) na filosofia de Husserl, quando ele dá a primazia à intuição da essência em detrimento dos fatos mundanos; trata-se de uma “ciência” teórica (contemplativa), intuitiva e não-objetiva.</p>
<p>Caracterizando a qualidade metodológica da Epoché, Husserl nomeou duas etapas principais de redução (&#8220;suspensão&#8221;), no caminho de uma filosofia fenomenológica:</p>
<p><strong>a) </strong><strong>Redução Psicológica:</strong> é a recusa, como filósofo, em aceitar a evidência empírica, de uma atitude natural, como sendo suficiente para a fundação de um verdadeiro conhecimento. Resumidamente: a primeira etapa da Epoché estará realizada quando tudo que nos é exterior, mesmo as outras pessoas, estiver colocado &#8220;entre parênteses&#8221;.</p>
<p><strong>b)</strong> <strong>Redução Fenomenológica ou Transcendental</strong>: para Husserl, a característica da &#8220;atitude natural&#8221; não se limita à forma pela qual nos relacionamos com o mundo exterior; também os atos da consciência e o &#8220;eu&#8221; podem ser tratados como o mundo externo. Husserl propõe então que coloquemos também &#8220;entre parênteses&#8221;, a própria consciência, o &#8220;eu&#8221; e os seus atos. É preciso refletir sobre o refletido. É preciso pensar o pensado (reflexão transcendental). Passamos, assim, do ego cogito cartesiano para o ego cogito cogitatum da fenomenologia husserliana (<em>HUSSERL, E. [1972 (1913)] Ideas I- General Introduction to pure Phenomenology, New York: Collins Books, p. 155 a p. 165</em>).</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<blockquote><p>“O espírito, e só ele, tem uma essência em si mesmo e por si mesmo, é autónomo , e é apenas tendo em conta esta autonomia que pode ser tratado de uma forma verdadeiramente racional e de um modo radicalmente científico”  – <strong>Husserl</strong>, in “Crise das Ciências Europeias” </p></blockquote>
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		<title>XIII Encontro Nacional de Filosofia</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 03:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Edmund Husserl]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Levinas]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O professor e coordenador do Curso de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre, Pe. Juliano de Almeida Oliveira está participando do 13º Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof) que estyá sendo realizado na na cidade gaúcha de Canela entre os dias 6 e 10 de outubro.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O Prof. Pe. Juliano apresentará a <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=331" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O professor e coordenador do Curso de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre, <span style="color:#006600;"><b>Pe. Juliano de Almeida</b></span> Oliveira está participando do <b>13º Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof)</b> que estyá sendo realizado na na cidade gaúcha de Canela entre os dias 6 e 10 de outubro.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O Prof. Pe. Juliano apresentará a comunicação com o título <span style="color:#006600;"><b>“A recepção francesa de Husserl: uma abordagem a partir de Levinas”</b></span>, no Grande Hotel Canela, na sala Araucária as 10h30m de hoje (09/10). A  comunicação envolve dois grandes filósofos, o alemão Edmund Husserl e o lituano naturalizado francês Emmanuel Levinas, e a Fenomenologia, área da Filosofia que estuda a intencionalidade e como as pessoas percebem os fenômenos.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para o professor Pe. Juliano, a importância do trabalho está em que Levinas foi aluno de Husserl, iniciador dos estudos da Fenomenologia, e levou para a França os conhecimentos do mestre. Segundo o professor, os demais estudiosos dessa área, na França, como Sartre e Merleau-Ponty, partiram do estudo de Levinas, principalmente de sua tese de doutorado, que teve como título “Teoria da Intuição na Fenomenologia de Husserl”.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O 13º Encontro deve reunir  aproximadamente 1,2 mil participantes, entre estudantes, mestres e doutores. O Encontro Nacional de Filosofia ocorre a cada dois anos, reunindo representantes de 35 cursos de graduação e pós-graduação em Filosofia no Brasil, além de participantes de outros oito países. A Anpof foi fundada em março de 1983 e congrega os cursos de mestrado e doutorado em Filosofia no Brasil. Entre seus objetivos, está estimular, em todos os níveis, a investigação filosófica no país. As últimas duas edições do evento foram realizadas em Salvador, na Bahia.</p>
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