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	<title>Filosofante &#187; Elizabeth</title>
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		<title>Filosofia, retórica e democracia</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[retórica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A compreensão de cada um destes conceitos e sua inter-relação torna-se fundamental para uma compreensão aprofundada da temática em questão.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A Filosofia como amor ao saber e investigação reflexiva crítica aprofundada está intimamente relacionada com a questão da linguagem, não só porque é por intermédio da linguagem que construímos o nosso pensamento e o exprimimos, mas <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=530" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A compreensão de cada um destes conceitos e sua inter-relação torna-se fundamental para uma compreensão aprofundada da temática em questão.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Filosofia como amor ao saber e investigação reflexiva crítica aprofundada está intimamente relacionada com a questão da linguagem, não só porque é por intermédio da linguagem que construímos o nosso pensamento e o exprimimos, mas também porque através da linguagem o comunicamos aos outros, possibilitando deste modo a posição reflexiva crítica própria da filosofia, nomeadamente no que respeita à capacidade de argumentar para defender as nossas perspectivas, ideias, pontos de vista, com base na capacidade de uma fundamentação crítica das  mesmas.<br />
<span id="more-530"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Sendo a retórica a arte de bem falar e de bem argumentar torna-se evidente a compreensão da importância da retórica na sua ligação à investigação filosófica.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;É o modo como a retórica é utilizada e o uso que dela se faz que determinam o enquadramento desta, não só em relação com a filosofia e a prática filosófica do diálogo, mas também com o seu bom ou mau uso, tendo como plano de fundo o contraste ou divergência entre os sofistas e os filósofos, sendo de particular relevância o estudo de Platão, acerca do modo como o diálogo e o discurso que o estrutura se constrói e apresenta enquanto expressão da procura da verdade, ou pelo contrário, como forma de manipulação que conduz ao engano, ao cepticismo e ao relativismo tão característico da posição sofística.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No século V.a.C em Atenas, no auge da democracia ateniense, os sofistas são os grandes especialistas na arte da retórica e o papel que desempenham na formação de oradores especialistas na arte de falar eloquentemente, de forma persuasiva e convincente, ensinando as técnicas discursivas que permitem a quem tem ambições políticas de alcançar o poder através do voto, utilizar o extraordinário poder da palavra para obter a adesão dos espíritos dos seus concidadãos, torna os sofistas na democracia emergente actores fundamentais na cena política..</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No tribunal, na assembleia ou no espaço público onde o voto de cada cidadão livre é essencial na disputa política pela conquista dos espíritos, a arte de argumentar torna-se  fundamental e decisiva na conquista do poder: aqueles que têm ambições políticas procuram então os sofistas para serem os seus professores de retórica, que mediante uma remuneração pelas lições que ministravam ensinavam os orador a obter por intermédio da palavra o poder ascendente que lhes permitia a adesão dos espíritos às suas propostas.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A este uso da retórica que se entrelaça com a manipulação das crenças, valores e autenticidade, tornando a consciência dos cidadãos vulneráveis à prática de um discurso demagógico, opõe-se a filosofia pela sua preocupação com um outro uso da retórica, totalmente oposto ao dos sofistas pela sua única e exclusiva preocupação com a Verdade e como a retórica pode por intermédio do raciocínio, da linguagem e do discurso, levar à sua investigação e permitir ao espírito elevar-se dos abismos da ignorância às alturas da sabedoria.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Este uso filosófico da retórica preocupava-se com o aperfeiçoamento ético e ontológico dos seres humanos e visava a busca da virtude como ideal ético-moral a alcançar pela pesquisa da Verdade e da autenticidade do Ser.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para que tal procedimento se tornasse possível a dialéctica desempenha um papel fundamental e é definida por Platão no Livro VII, 533 -cd da República, do seguinte modo: o método “ que procede por meio da destruição das hipóteses, a caminho do autêntico princípio, a fim de tornar seguros os seus resultados, e que realmente arrasta aos poucos os olhos da alma da espécie de lodo bárbaro em que está atolada e eleva-os às alturas.”</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Elizabeth Carvalho de Moraes</b></span><br />
Primeiro Período de Filosofia</p>
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		<title>A Grécia: Berço da Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A Grécia antiga sem dúvida alguma foi o maior símbolo já visto de cultura e beleza em seus mais variados aspectos, seja na arte, na filosofia, na estética, etc&#8230;.Cultura esta que ultrapassa os portões do tempo e se encontra inserida em nossos meios, o Partenon era símbolo de uma Grécia culta, próspera e berço da <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=522" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Grécia antiga sem dúvida alguma foi o maior símbolo já visto de cultura e beleza em seus mais variados aspectos, seja na arte, na filosofia, na estética, etc&#8230;.Cultura esta que ultrapassa os portões do tempo e se encontra inserida em nossos meios, o Partenon era símbolo de uma Grécia culta, próspera e berço da democracia.<br />
<span id="more-522"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Enquanto outros povos e cidades se dedicavam a atividades e investidas comerciais e bélicas, na cidade Grega aflorava cultura e sabedoria na busca de uma polis ideal juntamente com a inspiração de um povo atento as maravilhas do mundo que eram deixadas de lado por outros povos cativados pelas riquezas e conquistas, desta forma a Grécia era muito diferente das demais cidades e povos.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Após a condenação injusta de Sócrates, o povo grego parece que meio castigado por tal ato, logo veio a servir de escravo nas mãos de romanos violentos e sedentos de vitórias e conquistas, mesmo assim não foram derrotados, pois transmitiram sua cultura aos seus conquistadores.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Observemos o caso dos poemas Homéricos, quase 3 mil anos se passaram e Homero é presença exigida e essencial a qualquer biblioteca que se preze, a Ilíada e a Odisséia emanam imensa cultura e beleza, associadas a uma simplicidade que se torna genialidade enquanto tal, eram tais obras na época Grega decoradas e recitadas por adultos e crianças, os poemas Homéricos enriqueciam todo um conhecimento sobre a vida. </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Homero marca um alvorecer maravilhoso e farto de cultura e nobreza, que encanta a todos e a simplicidade com que se apresenta transforma e educa todo o povo grego e transmite até os dias de hoje a imensa sabedoria que aflorava a época.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Outro fato interessante a se ressaltar diz respeito aos espetáculos da época, dramas apresentados nos teatros que encantavam a todos e tinham caráter pedagógico também, eram oferecidos a toda a população e não somente a elite, como ocorre nos dias de hoje. Neste caso os ingressos eram custeados pelo estado, que reservava um fundo financeiro destinado especificamente para este fim.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Os Gregos apaixonados pela ciência, decididos a buscar uma visão ampla de todas as coisas, dos princípios primeiros e fundamentos da origem do homem e do mundo em todos seus aspectos, seja no amor, na felicidade ou mesmo no sofrimento, se tornam assim diferentes de todos os outros povos, amantes da verdade e confiantes na razão humana para fundamentados nela, encontrem soluções aos princípios das coisas.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Desta forma sem medo e sem hesitação, partem em busca de respostas, através de indagações e atrelados ao pensar reflexivo e racional, com base na razão humana desejam responder a perguntas que intrigam toda a humanidade.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nenhum outro povo se encantou tanto pela busca da verdade e da sabedoria, nem ao menos fizeram frente à marcha incessante e ativa que os gregos promoveram em busca de respostas as suas indagações. Eles se admiraram e com base neste admirar-se muitas vezes avistando aquilo que outros povos deixaram passar desapercebidos, perseguiram incansavelmente a conquista do amor, da felicidade, da sabedoria, uma sabedoria pura na acepção do termo, pois não visavam retorno imediato ou mesmo ganhos pecuniários, buscavam sim efeitos maiores, ou seja, a conquista da felicidade, buscava este conhecimento aceitando o homem sendo um ser imortal (plano místico) e por isso almejavam mais do que glórias terrenas.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Com isso batalharam arduamente para conhecer o principio primeiro de todas as coisas e sempre mantiveram como elementar o elo que une o homem com a natureza, e com isso tentaram entender e estabelecer regras a conduta humana e o agir ético.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ainda nos dia de hoje a Grécia e todo seu avanço em cultura, pulsa de maneira latente nas veias da cultura moderna, ainda que essa tenha se esquecido dela. Assim como nós muitas vezes nos esquecemos de nosso coração, mas mesmo nos esquecendo dele, ele continua a pulsar e manter vivo nosso organismo.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Grécia, seu povo e sua cultura nunca morreram, sempre estiveram vivas e assim continuaram ao logo dos anos, queira DEUS que o homem avance e supere esta época de descaso e desumanidade na qual estamos vivendo, onde o que vale é o pragmatismo e a busca incansável por capital.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Elizabeth Carvalho de Moraes</b></span><br />
Primeiro Período de Filosofia</p>
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