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	<title>Filosofante &#187; Nietzsche</title>
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		<title>O ilógico necessário</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 02:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Humano Demasiadamente Humano]]></category>
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		<description><![CDATA[“Entre as coisas que podem levar um pensador ao desespero está o conhecimento de que o ilógico é necessário para o homem e de que o ilógico nasce muito bom. Ele está tão firmemente implantado nas paixões, na linguagem, na religião e em geral em tudo aquilo que empresta valor à vida, que não se <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=817" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Entre as coisas que podem levar um pensador ao desespero está o conhecimento de que o ilógico é necessário para o homem e de que o ilógico nasce muito bom. Ele está tão firmemente implantado nas paixões, na linguagem, na religião e em geral em tudo aquilo que empresta valor à vida, que não se pode extraí-lo sem com isso danificar irremediavelmente essas belas coisas.São somente os homens demasiadamente ingênuos que podem acreditar que a natureza do homem possa ser transformada em uma natureza puramente lógica; mas se houver graus de aproximação desse alvo, o que não haveria de se perder nesse caminho! Mesmo o homem mais racional precisa outra vez, de tempo em tempo, da natureza, isto é, de sua postura fundamental ilógica diante de todas as coisas.”</p>
<p><strong>NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm</strong> – Coleção os Pensadores – Humano Demasiadamente Humano – um livro para espíritos livres. &#8211; 5.ed. &#8211; São Paulo: Nova Cultural, 1999, 61-99, p. 75</p>
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		<title>Entre as coisas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre as coisas que podem levar um pensador ao desespero está o conhecimento de que o ilógico é necessário para o homem e de que do ilógico nasce muita coisa boa.
(&#8230;) Apenas os homens muito ingênuos podem acreditar que a natureza humana possa ser transformada em uma natureza puramente lógica; mas se houvesse graus de <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=517" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as coisas que podem levar um pensador ao desespero está o conhecimento de que o ilógico é necessário para o homem e de que do ilógico nasce muita coisa boa.<br />
(&#8230;) Apenas os homens muito ingênuos podem acreditar que a natureza humana possa ser transformada em uma natureza puramente lógica; mas se houvesse graus de aproximação dessa meta, o que não se haveria de perder nesse caminho! Mesmo o homem mais racional precisa, de tempo em tempo, novamente da natureza, isto é, de sua ilógica relação fundamental com todas as coisas<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Humano, Demasiado Humano: um Livro para Espíritos Livres. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p.38}</b></span> </p>
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		<title>Friedrich Wilhelm Nietzsche</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 12:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nietzsche]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é então a verdade? Uma multidão movente de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em resumo, um conjunto de relações humanas poeticamente e retoricamente erguidas, transportadas, enfeitadas, e que depois de um longo uso, parecem a um povo firmes, canoniais, e constrangedoras: as verdades são ilusões que nós esquecemos que o são, metáforas que <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=344" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é então a verdade? Uma multidão movente de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em resumo, um conjunto de relações humanas poeticamente e retoricamente erguidas, transportadas, enfeitadas, e que depois de um longo uso, parecem a um povo firmes, canoniais, e constrangedoras: as verdades são ilusões que nós esquecemos que o são, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas que perderam o seu cunho e que a partir de então entram em consideração, já não como moeda, mas apenas como metal.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Friedrich Wilhelm Nietzsche</b></span><br />
(Röcken, <b>15 de Outubro de 1844</b> &#8211; Weimar, 25 de Agosto de 1900)<br />
O Livro do Filósofo, p.94</p>
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