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	<title>Filosofante &#187; Hamlet</title>
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		<title>What a piece of work is man!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 21:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ser ou não ser&#8230; Eis a questão. Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim, tentando resistir-lhes? Morrer&#8230; dormir&#8230; nada mais. Imaginar que um sonho põe remate aos sofrimentos do coração e golpes infinitos que constituem herança natural da carne, é solução para almejar-se. Morrer&#8230; dormir&#8230; dormir&#8230; Tavez sonhar&#8230; É aí que bate o ponto! O não sabermos que sonhos poderá trazer o sono da morte, quando alfim desenrolarmos toda a meada mortal nos põe suspensos. É essa idéia que torna verdadeira calamidade a vida assim tão longa! Pois quem suportaria o escárnio e os golpes do mundo, as injustiças dos mais fortes, os maus tratos dos tolos, a agonia de um amor não retribuído, as leis morosas, a implicância dos chefes e o desprezo da inépcia contra o mérito paciente se estivesse em suas mãos obter sossego com um punhal? Quem fardos levaria nesta vida cansada, a suar, gemendo, se não por temer algo após a morte &#8211; terra desconhecida de cujo âmbito ninguém voltou &#8211; que nos inibe a vontade, fazendo com que aceitemos os males conhecidos sem buscarmos refúgio em outros males ignorados? Desta arte o natural frescor de nossa resolução definha sob a máscara do pensamento, e empresas momentosas se desviam da meta diante dessas reflexões. Mas, silêncio! Aí vem vindo a bela Ofélia. Em tuas orações, ninfa, recorda-te de meus pecados. </p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{William Shakespeare} &#8211; Hamlet</b></span></p>
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