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	<title>Filosofante &#187; FILOSOFIA ORIENTAL</title>
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		<title>Primeiros Diálogos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 01:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Alcântara Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[FILOSOFIA ORIENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[GRUPO DE ESTUDOS]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Araújo]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiros Diálogos: em que medida se pode falar em uma &#8220;filosofia&#8221; oriental?
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O Grupo de Estudos em Filosofia Oriental, que iniciou suas atividades no último dia 09 de setembro informa os conteúdos de suas discussões. Nos dois primeiros encontros discutiu-se a pertinência de se falar em &#8220;Filosofia&#8221; Oriental. Foram levantadas três maneiras distintas e possíveis de <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=170" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#006600;"><b>Primeiros Diálogos: em que medida se pode falar em uma &#8220;filosofia&#8221; oriental?</b></span></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O Grupo de Estudos em Filosofia Oriental, que iniciou suas atividades no último dia 09 de setembro informa os conteúdos de suas discussões. Nos dois primeiros encontros discutiu-se a pertinência de se falar em &#8220;Filosofia&#8221; Oriental. Foram levantadas três maneiras distintas e possíveis de se apreender o Oriente a partir da nossa realidade atual.<span id="more-170"></span> a) Aquele Oriente formado pelos países asiáticos que vêm tomando frente em termos de desenvolvimento tecnológico e capitalista. b) O Oriente vinculado às antigas tradições culturais e religiosas que são milenares. c) O Oriente que cada pessoa tem internalizado de acordo com suas próprias vivências e contatos culturais a partir de sua história, o que forma uma imagem idealizada que se desdobra em interpretações individuais e subjetivas do que seja &#8220;Oriente&#8221;.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No Oriente filosofia se mistura com religião, sendo difícil pensar as duas coisas separadamente. Por isso seria melhor falar em &#8220;sabedoria&#8221; oriental do que em &#8220;filosofia&#8221; oriental, propriamente dita como nos moldes de pensamento racional especulativo de origem grega que trouxe à chamada cultura de Civilização Ocidental. &#8220;Filosofia&#8221; oriental remete às diversas formas de disciplinas do conhecimento da realidade (tattwa-vidyâ-shâstra), e essa realidade é sempre transcendental. Ela seria então mais um &#8220;modo de vida&#8221; do que o exercício do pensamento racional. Considerando-se que existe uma realidade transcendente, a &#8220;filosofia&#8221; hindu, por exemplo, seria um modo de se relacionar com ela. Existe na &#8220;filosofia&#8221; oriental uma preocupação com o destino final e último da humanidade, o que é encarado não através do equacionamento da vida social na cidade (polis), mas pela proposição de uma ciência do Si-mesmo (átma-vidyâ).<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A dicotomia entre Ocidente e Oriente remete ao nascimento da própria idéia de antagonismo entre civilização e barbárie a partir da cultura grega , ao referir-se àqueles que &#8220;balbuciam&#8221; (barbarophônon) com dificuldade a sua própria língua, subjugados pelos desejos que envolvem livremente suas almas e sem colocar qualquer disciplina que o controle razoável (da razão) deveria garantir à convivência harmoniosa entre homens. Nas guerras pérsicas os orientais seriam homens faustosos e movidos unicamente pelos instintos e sem o uso da razão como disciplina (bárbaros), enquanto os gregos com sua capacidade de conhecimento e diálogo razoável seriam os virtuosos &#8220;civilizados&#8221;. Tomemos como exemplo o filme recente intitulado &#8220;300&#8243; que é um relato da batalha das termópilas no qual o ator brasileiro Rodrigo Santoro faz o papel do rei Xerxes da Pérsia. Vemos através do filme como a ideologia de ver os orientais como &#8220;bárbaros&#8221; e inferiores segue seu curso até hoje, um preconceito que se formou na esteira da nossa civilização ocidental preocupada sempre mais em conquistar e colonizar os outros do que buscar uma união (religare) interior com o Absoluto, como acontece nas tradições da sabedoria oriental. Por outro lado o interesse pelas culturas religioso-filosóficas tradicionais do oriente cresce cada vez mais no ocidente, então é preciso estudar.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Na medida em que é fundamental conhecer a chamada &#8220;filosofia&#8221; oriental para falar adequadamente sobre ela, mesmo levando em consideração que o método de estudar seus textos tradicionais, o que nos propomos fazer no nosso Grupo de Estudos, é diferente e bastante distante das práticas que aquelas diversas tradições apresentam, oferecemos nos nossos primeiros encontros alguns extratos de pensamentos de Jung  sobre a relação entre as culturas Ocidental e Oriental. Apesar do nosso Grupo de Estudos não tomar partido, como Jung o fez em 1935, nas contradições entre as duas culturas, achamos importante conhecer as opiniões do eminente psiquiatra suíço. Partindo da idéia inicial de uma diferença substancial entre ambas e com base no diálogo sempre constante entre Ocidente e Oriente desde a origem histórica da chamada civilização ocidental (Grécia) até as especificidades atuais, nosso Grupo de Estudos busca compreender as aproximações e distanciamentos segundo uma visão de influências culturais recíprocas.<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Biblioteca Alcântara Silveira</b></span><br />
Rua Comendador José Garcia, 396, sala 202. Fone: 35  9984-6314.<br />
<b>GRUPO DE ESTUDOS EM FILOSOFIA ORIENTAL</b></p>
<p>JUNG, C.G. <b>Psicologia e Religião Oriental. Obras Completas de C.G. Jung,</b> V. XI 5, Vozes, RJ, 1982.<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Extratos</b></span></p>
<p><b>&#8220;</b>O conflito entre ciência e religião é a enfermidade do ocidente<b>&#8220;</b>. p.2.</p>
<p><b>&#8220;</b>Um enunciado filosófico é o produto de uma determinada personalidade que vive em época bem determinada e num determinado lugar. Não é fruto de um processo puramente lógico e impessoal. Sob esse aspecto, o enunciado filosófico é antes de tudo subjetivo. Que ele seja válido ou não subjetivamente depende do maior ou menos número de pessoas que pensem do mesmo modo<b>&#8220;</b> p.4.</p>
<p><b>&#8220;</b>No Oriente, o espírito é um princípio cósmico, a existência do ser em geral, ao passo que no Ocidente chegamos à conclusão de que o espírito é a condição essencial para o conhecimento e, por isso, também para a existência do mundo enquanto representação e idéia<b>&#8220;</b>. p.5.</p>
<p><b>&#8220;</b>Se o mundo não assume a forma de uma imagem psíquica, é praticamente como se ele não existisse. Este é um fato que o Ocidente não se deu plenamente conta, com raras exceções como Schopenhauer. Mas Schopenhauer, como se sabe, foi influenciado pelo budismo e pelos upanishads<b>&#8220;</b>. p.6.</p>
<p><b>&#8220;</b>A posição Oriental idiotiza o homem Ocidental e vice-versa. Não se pode ser ao mesmo tempo um bom cristão e seu próprio redentor, do mesmo modo que não se pode ser ao mesmo tempo um budista e adorar a Deus.<b>&#8220;</b> p.9.</p>
<p><b>&#8220;</b>Em vez de aprender de cor as técnicas espirituais do Oriente e querer imitá-las, numa atitude forçada, de maneira cristã &#8211; Imitatio Christi -, muito mais importante seria procurar ver se não existe no inconsciente uma tendência introvertida que se assemelhe ao princípio espiritual básico do Oriente<b>&#8220;</b>. p.9.</p>
<p><b>&#8220;</b>A meu ver, teremos aprendido alguma coisa com o Oriente no dia em que entendermos que nossa alma possui em si riquezas suficientes que nos dispensam de fecundá-la com elementos tomados de fora, e em que nos sentirmos capazes de desenvolver-nos por nossos próprios meios, com ou sem a graça de Deus<b>&#8220;</b>. p.9.</p>
<p><b>&#8220;</b>Se quisermos que nossa atitude seja honesta, isto é, radicada em nossa própria história, é preciso apropriarmo-nos desta atitude, com plena consciência dos valores cristãos e conscientes do conflito que existe entre estes valores e a atitude introvertida do Oriente. É a partir de dentro que devemos atingir os valores orientais e procura-los dentro de nós mesmos, e não a partir de fora.<b>&#8220;</b> p.10.</p>
<p><b>&#8220;</b>Não há a menor dúvida de que as formas superiores da ioga, ao procurar atingir o Samadhi, têm como finalidade alcançar um estado espiritual em que o eu se ache praticamente dissolvido<b>&#8220;</b>. p. 11.</p>
<p><b>&#8220;</b>A psique e sua natureza são bastante reais (para o Oriente)<b>&#8220;</b>. p. 12.</p>
<p><b>&#8220;</b>&#8230; a afirmação de que o homem traz em si a possibilidade da auto-redenção é uma blasfêmia manifesta<b>&#8220;</b> (para o Ocidente Cristão). p. 14.</p>
<p><b>&#8220;</b>No Ocidente &#8211; o ponto de vista consciente é que decide arbitrariamente contra o inconsciente, porqu tudo quanto procede do interior do homem é, por preconceito, considerado como algo de inferior ou não inteiramente correto<b>&#8220;</b>. p.15.</p>
<p><b>&#8220;</b>Nossa convicção absoluta de que no intelecto não se encontra nada que não tenha sido apreendido, primeiramente, pelos sentidos, que constitui a divisa da extroversão ocidental, deve ter um fundamento semelhante<b>&#8220;</b>.  p.17.</p>
<p><b>&#8220;</b>Esta identidade (do indivíduo com o inconsciente através da ioga) é o equivalente oriental da nossa idolatria ocidental da objetividade absoluta, da orientação maquinal para um determinado fim, para uma idéia ou objeto, mesmo com o risco de perder todo o vestígio de vida interior. Do ponto de vista oriental esta objetividade é apavorante, é sinônimo de identidade completa com o sansara; para o Ocidente, pelo contrário, o samadhi outra coisa não é senão um estado onírico sem importância. No oriente o homem interior sempre exerceu sobre o homem exterior um poder de tal natureza que o mundo nunca teve oportunidade de separá-lo de suas raízes profundas. No Ocidente, pelo contrário, o homem exterior sempre esteve de tal modo no primeiro plano, que se alienou de sua essência mais íntima<b>&#8220;</b>. p. 18.</p>
<p><b>&#8220;</b>Um cientista se esquece com demasiada facilidade que a maneira objetiva de tratar um tema pode ferir seus valores emocionais em proporção indesculpável<b>&#8220;</b>. p. 19.</p>
<p><b>&#8220;</b>O psicólogo que estuda um texto sagrado pelo menos deve ter a consciência de que tal matéria representa um valor religioso e filosófico inestimável que não deveria ser violado por mãos profanas<b>&#8220;</b>. p. 20.</p>
<p><b>&#8220;</b>O homem ocidental conceberia este fato da seguinte maneira: Aprende bem tua tarefa, repete-a em seguida, e te libertarás. É isto o que acontece, precisamente, as mais das vezes com os europeus que praticam a ioga. Eles tendem a fazê-lo de forma extrovertida esquecendo-se de orientar o seu espírito para dentro, o que é essencial nesta doutrina<b>&#8220;</b>. p. 26.</p>
<p><b>&#8220;</b>Mas é impossível ser um bom cristão na fé, na moral e no desempenho intelectual e, ao mesmo tempo, praticar honestamente a ioga<b>&#8220;</b>. p. 26.</p>
<p><b>&#8220;</b>Mas praticar ioga em Mayfair ou na Fifth Avenue ou em outro lugar qualquer ao alcance do telefone, é uma mentira espiritual<b>&#8220;</b>. p. 26.</p>
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		<title>Grupo de Estudos em Filosofia Oriental</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 03:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Início dia 09 de setembro de 2008.
Datas: Sempre às Terças-feiras:
           Setembro: 9,16,23,30; outubro: 7,14,21,28; novembro: 4,11,18,25.
Horário: das 15:00 às 17:00 horas.
Local: Biblioteca Alcântara Silveira.
Rua: Comendador José Garcia, 396, sala 202. Centro &#8211; Pouso Alegre- MG
Fone: 99846314.

Tópicos: 
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O Introdução à Filosofia Indiana: conceitos de; Karma, Maya, <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=87" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#006600;"><strong>Início dia 09 de setembro de 2008.</strong></span><br />
<strong>Datas:</strong> Sempre às Terças-feiras:<br />
           <strong>Setembro:</strong> 9,16,23,30; <strong>outubro:</strong> 7,14,21,28; <strong>novembro: </strong>4,11,18,25.<br />
<strong>Horário:</strong> das 15:00 às 17:00 horas.<br />
<strong>Local:</strong> Biblioteca Alcântara Silveira.<br />
<strong>Rua:</strong> Comendador José Garcia, 396, sala 202. Centro &#8211; Pouso Alegre- MG<br />
<strong>Fone:</strong> 99846314.</p>
<p><span id="more-87"></span><br />
<span style="color:#006600;"><b>Tópicos: </b></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O Introdução à Filosofia Indiana: conceitos de; Karma, Maya, Brahman, Atman, Moksa, Prana, Yoga, Tantra, Chackras. Textos: Vedas, Upanishads, Guita, Ramayana, Panchatantra, Dhammapada e Sutras.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;o Introdução à Filosofia Chinesa e Japonesa: Taoísmo e o Confucionismo: Os sábios da China antiga. História de Buda e o Budismo. Zen Budismo no Japão e meditação. Textos: Laotsé e o Livro de Tao, Chuangtse, Mencio. Aforismos de Confúcio. Sermões de Buda. Zazen e Koans. </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O pensamento oriental vem influenciando a civilização ocidental desde os gregos. No Brasil a sabedoria e as práticas orientais chegam durante os anos 1960 e se difundem como métodos de &#8220;cuidado de si&#8221; e terapias de caráter científico-espiritualista. Em 12 encontros teremos oportunidade de tomar contato com o pensamento da tradição oriental através de seus principais textos escritos, sob a coordenação do professor de yoga Ms. Paulo Araújo de Almeida com experiência de mais de 35 anos no ensino de práticas orientais.</p>
<p><strong>Pré-requisitos para participação: entrevista individual. </strong><br />
Número de vagas: <b>12.</b><br />
Contato:<b>9984 6314 (Prof. Paulo)</b>.<br />
Apoio: <span style="color:#006600;"><b>Associação Intermunicipal de Cultura do Sul de Minas Gerais.</b></span> </p>
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