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	<title>Filosofante &#187; Fernando Pessoa</title>
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		<title>Depois das Eleições&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 15:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bernardo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O governo do mundo começa em nós mesmos. Não são os sinceros que governam o mundo, mas também não são os insinceros. São os que fabricam em si uma sinceridade real por meios artificiais e automáticos; essa sinceridade constitui a sua força, e é ela que irradia para a sinceridade menos falsa dos outros. Saber <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=325" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>&#8220;</b>O governo do mundo começa em nós mesmos. Não são os sinceros que governam o mundo, mas também não são os insinceros. São os que fabricam em si uma sinceridade real por meios artificiais e automáticos; essa sinceridade constitui a sua força, e é ela que irradia para a sinceridade menos falsa dos outros. Saber iludir-se bem é a primeira qualidade do estadista. Só aos poetas e aos filósofos compete a visão prática do mundo, porque só a esses é dado não ter ilusões.<em> Ver claro é não agir.</em><b>&#8220;</b><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Bernardo Soares</b></span>, <b>Livro do Desassossego.</b></p>
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		<title>Autopsicografia</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 16:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[5º Dia]]></category>
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		<description><![CDATA[O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
 {Fernando Pessoa} <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=297" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O poeta é um fingidor.<br />
Finge tão completamente<br />
Que chega a fingir que é dor<br />
A dor que deveras sente.</p>
<p>E os que lêem o que escreve,<br />
Na dor lida sentem bem,<br />
Não as duas que ele teve,<br />
Mas só a que eles não têm.</p>
<p>E assim nas calhas de roda<br />
Gira, a entreter a razão,<br />
Esse comboio de corda<br />
Que se chama coração.</p>
<p> <span style="color:#006600;"><b>{Fernando Pessoa}</b> &#8211; Cancioneiro- 01/04/1931</span></p>
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		<title>O Meu Olhar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 03:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[4º Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Caeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[III Jornada de Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás&#8230;
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem&#8230;
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=283" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O meu olhar é nítido como um girassol.<br />
Tenho o costume de andar pelas estradas<br />
Olhando para a direita e para a esquerda,<br />
E de, vez em quando olhando para trás&#8230;<br />
E o que vejo a cada momento<br />
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,<br />
E eu sei dar por isso muito bem&#8230;<br />
Sei ter o pasmo essencial<br />
Que tem uma criança se, ao nascer,<br />
Reparasse que nascera deveras&#8230;<br />
Sinto-me nascido a cada momento<br />
Para a eterna novidade do Mundo&#8230;</p>
<p>Creio no mundo como num malmequer,<br />
Porque o vejo.  Mas não penso nele<br />
Porque pensar é não compreender &#8230;</p>
<p>O Mundo não se fez para pensarmos nele<br />
(Pensar é estar doente dos olhos)<br />
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo&#8230;</p>
<p>Eu não tenho filosofia: tenho sentidos&#8230;<br />
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,<br />
Mas porque a amo, e amo-a por isso,<br />
Porque quem ama nunca sabe o que ama<br />
Nem sabe por que ama, nem o que é amar &#8230;<br />
Amar é a eterna inocência,<br />
E a única inocência não pensar&#8230;</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{Alberto Caeiro}</b> &#8211; O Guardador de Rebanhos &#8211; 08/03/191</span></p>
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		<title>O verdadeiro sábio</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 03:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Livro do Desassossego]]></category>
		<category><![CDATA[Trecho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O verdadeiro sábio é aquele que assim se dispõe que os acontecimentos exteriores o alterem minimamente. Para isso precisa couraçar-se cercando-se de realidades mais próximas de si do que os factos, e através das quais os factos, alterados para de acordo com elas, lhe chegam.  
{Bernardo Soares &#8211; Livro do Desassossego}
Vem ai III Jornada <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=141" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O verdadeiro sábio é aquele que assim se dispõe que os acontecimentos exteriores o alterem minimamente. Para isso precisa couraçar-se cercando-se de realidades mais próximas de si do que os factos, e através das quais os factos, alterados para de acordo com elas, lhe chegam.  </p>
<p><span style="color:#009900"><strong>{Bernardo Soares &#8211; Livro do Desassossego}</strong></span></p>
<p>Vem ai <b><a href="http://www.filosofante.com.br/?page_id=65">III Jornada de Filosofia &#8211; Filosofia e Literatura</a></b>, não perca!!</p>
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