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	<title>Filosofante &#187; Agostinho</title>
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		<title>O Cogito em Agostinho</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 21:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cogito]]></category>
		<category><![CDATA[Descartes]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[si fallor sum]]></category>

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		<description><![CDATA[Santo Agostinho acreditou ter superado os acadêmicos, levando o ceticismo destes à última conseqüência, ao dizer &#8220;se duvido, no ato de duvidar tenho consciência de mim mesmo como o que duvida. Se me engano, sou, pois o que não é não se engana.&#8221; Com a formulação si fallor sum, Agostinho antecipa Descartes em séculos.

&#8220;Razão: Tu <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=155" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Santo Agostinho</b> acreditou ter superado os acadêmicos, levando o ceticismo destes à última conseqüência, ao dizer <em><strong>&#8220;se duvido, no ato de duvidar tenho consciência de mim mesmo como o que duvida. Se me engano, sou, pois o que não é não se engana.&#8221;</strong></em> Com a formulação <b>si fallor sum</b>, Agostinho antecipa Descartes em séculos.<br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<p>&#8220;<b>Razão:</b> Tu que queres conhecer-te a ti mesmo, sabes que existe?</p>
<p><b>Agostinho:</b> Sei.</p>
<p><b>Razão:</b> De onde sabes?</p>
<p><b>Agostinho:</b> Não sei.</p>
<p><b>Razão:</b> Sabes que te moves?</p>
<p><b>Agostinho</b>: Não sei.</p>
<p><b>Razão:</b> Sabes que te pensas?</p>
<p><b>Agostinho:</b> Sim</p>
<p><b>Razão:</b> Portanto, é verdade que pensas?</p>
<p><b>Agostinho:</b> Sim.</p>
<p><b>Razão:</b> Tu queres existir; viver e entender, mas existir para viver e viver para entender. Portanto, sabes que existes, sabes que vives, sabes que entendes.&#8221;</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{Agostinho. Solilóquios. II, 1, 1.}</b></span><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<p>Quem, porém, pode duvidar que a alma vive, recorda, entende, quer, pensa, sabe e julga? Pois, mesmo se duvida, vive; se duvida lembra-se do motivo de sua dúvida; se duvida, entende que duvida; se duvida, quer estar certo; se duvida, pensa; se duvida, sabe que não sabe; se duvida, julga que não deve consentir temerariamente. Ainda que duvide de outras coisas não deve duvidar que duvida. Visto que se não existisse, seria impossível duvidar de alguma coisa.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{Agostinho. A Trindade. X, 10, 14.}</b></span><br />
<center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center></p>
<p>Pois, se me engano, existo. Quem não existe não pode enganar-se; por isso, se me engano, existo. Logo, quando é certo que existo, se me engano? Embora me engane, sou eu que me engano e, portanto, no que conheço que existo, não me engano. Segue-se também que, no que conheço que me conheço, não me engano.<br />
Como conheço que existo, assim conheço que conheço.</p>
<p><span style="color:#006600;"><b>{A Cidade de Deus. XI, XXVI.}</b></span></p>
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