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	<title>Filosofante &#187; Mauricio</title>
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		<title>O Começo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 02:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;“Desejo  tornar-me um ser integral, animal dotado de sensibilidade e beleza. O homem deve retornar ao cosmos.”
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Aproximadamente com estas palavras, o Prof. Ms. José de Ávila Aguiar Coimbra  encerrou sua palestra na abertura da IV Jornada de Filosofia da FACAPA, na qual apresentou um panorama histórico do tema “Arte e  Filosofia” , <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=624" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;“<em>Desejo  tornar-me um ser integral, animal dotado de sensibilidade e beleza. O homem deve retornar ao cosmos.</em>”<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aproximadamente com estas palavras, o Prof. Ms. <strong>José de Ávila Aguiar Coimbra</strong>  encerrou sua palestra na abertura da <strong>IV Jornada de Filosofia</strong> da FACAPA, na qual apresentou um panorama histórico do tema <strong>“Arte e  Filosofia”</strong> , convidando-nos à reflexão que se seguirá ao longo desta semana. </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao longo do dia uma Currila (pequena ave marrom mestra em vôos rasantes) entrou e saiu através de portas e janelas do auditório, reclamando o direito à paz do refúgio habitualmente tranqüilo de uma das muitas luminárias do salão. Fosse apenas esse o passarinho e talvez nem tivéssemos feito muito caso de sua presença. Porém, fomos também docemente assaltados pela alegre presença de quase trinta passarinhos das mais diversas formas, tamanhos e tonalidades de canto do coral <strong>Gente Arteira</strong>. Magistralmente ajuntados pela competência e sensibilidade das professoras<strong> Lucélia e Janete</strong>. Lindo de ver, delicioso de ouvir. Pura beleza, pura arte.</p>
<p><span style="color:#006600;"><strong>Maurício Almeida</strong></span></p>
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		<title>Quarta-feira de cinzas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Almeida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=333" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Você já parou para pensar por que escola de samba se chama escola de samba? Se é escola, é por que ensina algo; mas ensina o quê? Samba? Como diria Nelson Rodrigues, isto é o óbvio ululante. Mas é só isso que a escola de samba ensina? Ou ensina também uma ética, uma estética e uma identidade comunitária? Um modo de compreender a polis, de se posicionar e agir em relação a ela, modificando-a? Penso que isso e mais alguma coisa. Ensina a diferença entre ensinar samba e ensinar a sambar; o que nos conduz à clássica pergunta, agora dirigida à nossa própria escola: ensinar filosofia ou ensinar a filosofar.<br />
<span id="more-333"></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A propósito  de escolas de samba e de escolas de filosofia, tracemos um outro paralelo. Uma vez por ano as escolas de samba realizam a sua virtude, a sua excelência; o seu desfile de carnaval, a expressão máxima de seu Ser no seio da polis. Outrossim, nós, enquanto comunidade escolar, acabamos de vivenciar este mesmo momentum, durante a realização de nossa III Jornada de Filosofia, janela que se abre para participação da comunidade e na comunidade. Espaço de reflexão e discussão, oportunidade de excelência que procuramos aproveitar agora, e mais a cada vez. O que me remete ao título dessa reflexão. No apagar das luzes, em plena quarta-feira de cinzas, começa a nascer o próximo desfile de carnaval. Durante um ano inteiro ele é vivido; na escolha do enredo, na preparação de alegorias e fantasias, nos ensaios de quadra, onde o samba é aprendido e testado, ou seja, é todo um processo que exercita aquela virtude que culminará no próximo desfile. Pensamos (digo pensamos por que compartilho o pensamento com outros colegas) que a exemplo das escolas de samba também podemos viver o nosso próximo &#8220;desfile&#8221; desde já, começando pela escolha de um tema que envolva e provoque a participação da comunidade, não só no momento final da <i>IV Jornada de Filosofia da FACAPA</i>, mas durante todo o processo de preparação, em que a escola pode transpor seus muros e atuar diretamente na polis, em um esforço de investigação, compreensão e participação. Seriam os nossos &#8220;ensaios de quadra&#8221;. Poderíamos com tempo suficiente, planejamento adequado e o esforço conjunto de corpo docente e corpo discente, buscar recursos para trazer palestrantes de projeção ligados ao tema em questão, preparar uma estrutura formal e física que facilite e incentive o acesso e a participação de quem se interessa pelo evento, propor  formas de interação que criem um espaço de exposição e discussão de outros setores da comunidade que não a nossa. Enfim, assim como as escolas de samba, que lotam as arquibancadas de pessoas que lá estão para sambar e cantar, podemos também encher as nossas salas de cidadãos no exercício de pensarem a si mesmos e o mundo em que vivem.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Veja bem, não cabe aqui uma crítica ao que já foi realizado, antes cumpre-me demonstrar meu interesse por algo que considero excelente e para o qual desejo mobilizar o máximo de minha energia, para que o todo alcance o melhor resultado possível, porém, o que aqui foi posto, são apenas conjecturas, e como tal devem ser tratadas e discutidas, se for o caso. Por isso aproveito-me deste espaço, que é antes de tudo um espaço de diálogo, para lançar estas idéias e convidar quem se interessa, a discuti-las.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Antes porém, de encerrar, gostaria de sugerir uma proposta de discussão de tema para a nossa próxima jornada; proposta essa que foi sugerida por alguns colegas e confesso acendeu meu interesse, pois creio, vá de encontro ao que foi exposto. A saber: a inter-relação  entre <strong>arte e filosofia</strong>. Primariamente por que a nossa cidade é um pólo de produção de arte, e principalmente por que a arte em si é uma forma natural de manifestação humana que não está restrito à mídia, o que nos permitiria tanto o mergulho quanto a captação do interesse coletivo levantados por essa reflexão.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A quem interessar possa&#8230;        </p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Mauricio Almeida</b></span> &#8211; <b> 08/10/2008</b><br />
Segundo período de Filosofia</p>
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		<title>Pablo Neruda e o filósofo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 16:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facapa]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[aula magna]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Maurílio José de Oliveira Camello]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Em que pensa Pablo Neruda enquanto deita sobre o filósofo Maurílio Camello seu melhor olhar metafísico? Talvez pense sobre este curioso ser, instado e tolhido pela própria racionalidade a buscar uma verdade que lhe escapa, mas está lá. Pablito (para os íntimos) ou Bito (para os amigos de longa data, como é o caso do <a href="http://www.filosofante.com.br/?p=450" class="more-link">Mais &#62;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src='http://farm4.static.flickr.com/3521/3258713273_bc13772b4b.jpg' /></center><br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em que pensa Pablo Neruda enquanto deita sobre o filósofo <span style="color:#006600;"><strong>Maurílio Camello</strong></span> seu melhor olhar metafísico? Talvez pense sobre este curioso ser, instado e tolhido pela própria racionalidade a buscar uma verdade que lhe escapa, mas está lá. Pablito (para os íntimos) ou Bito (para os amigos de longa data, como é o caso do filósofo) talvez se recorde das palavras de Aristóteles sobre a sabedoria ao fixar seus astutos olhos felinos em seu companheiro de jornada, ali mesmo em volta de seu computador, onde o vê preparar suas aulas, entre eurekas e profundas meditações, por vezes acompanhadas de expressões pouco doutas, mas de uma precisão absoluta. Ali, fora do tempo e do espaço a dialogar carinhosa e animadamente, vividamente com aqueles que vem segredar a seus ouvidos alguns dos mistérios que buscamos entrever, a extrair da vida e devolver a ela a virtude do verdadeiro &#8220;sabedor&#8221; que distingue os filósofos dos apenas professores de filosofia; a preparar encontros como aquele do qual tivemos o privilégio de participar na Faculdade Católica de Pouso Alegre, em sua aula magna proferida para o curso de Filosofia no dia 06 de fevereiro de 2009. Encontro que foi bem além da oração de sapiência; foi magistral, na acepção mais estrita do termo, logrando seu intento de ensinar apenas aquilo que precisamos saber.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Caro mestre Maurílio, oxalá possamos trilhar caminhos tão férteis quanto os que sustentaram seus passos e cheguemos a saber que não sabemos ao menos uma parte do que o senhor sabe que não sabe. Agradecemos pela inspiração.</p>
<p><center><img src='http://www.filosofante.com.br/v1/wp-content/img/linha.gif' /></center><br />
<span style="color:#006600;"><b>Mauricio Almeida</b></span><br />
Terceiro Período de Filosofia</p>
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